quinta-feira, 7 de junho de 2018

FMP/Fase recebe alunos do Pensi para uma experiência universitária


A FMP/Fase recebeu, na última terça-feira (05), 30 alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Pensi - Unidade Petrópolis. A direção da escola escolheu a faculdade, que é  referência no Ensino Superior em Petrópolis e região, para que o grupo tivesse um dia inteiro de contato com o ambiente universitário. Na ocasião, os jovens assistiram a palestras de profissionais das mais variadas profissões, que contaram sobre sua trajetória acadêmica e profissional. Para abordar a área médica, foi convidada a dermatologista Aline Faver, que estudou na FMP/Fase e hoje leciona na instituição. Durante as atividades, os estudantes ainda realizaram um tour pelo campus, onde conheceram a biblioteca, salas de aula, laboratórios e se encantaram com o Centro de Simulação Realística.

A FMP/Fase acredita que uma faculdade deve inspirar, por isso está sempre de portas abertas para receber estudantes e demais pessoas que queiram conhecer suas instalações. Desde 2016, também é realizado o Fase das Profissões, um evento recheado de atividades para auxiliar os estudantes na escolha das carreiras e estimulá-los a procurarem não somente um curso superior, mas um ambiente em que possam vivenciar, com qualidade, esse momento de suas vidas. Os próprios estudantes da FMP/Fase participam contando sobre suas experiências. A próxima edição já está marcada, será no dia 05 de setembro e as inscrições estarão disponíveis, em breve, no site www.fmpfase.edu.br
Durante a visita, os alunos conheceram a biblioteca da instituição que possui mais de 2 mil livros em seu acervo físico e online.

Durante a visita, os alunos conheceram a biblioteca da instituição que possui mais de 2 mil livros em seu acervo físico e online.

Entre o tour, o Centro de Simulação Realística fez sucesso entre os alunos.


Durante a programação, os alunos também participaram de palestras sobre a trajetória acadêmica e profissional.


A médica e professora da FMP/Fase, Aline Faver, foi uma das profissionais convidadas para contar sobre a trajetória no curso de Medicina e explicar sobre a profissão.

 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Cardápio junino na medida

Já começou a temporada de se divertir no embalo da sanfona e das mais tradicionais delícias da culinária brasileira nas festas juninas. Mas, com um olho no baile e outro na balança. Para não perder a linha e o ritmo da dieta, a nutricionista Brigitte Olichon, professora da FMP/Fase, selecionou quatro receitas:

 
Bolo de milho leve

Ingredientes: 2 xícaras de chá de leite desnatado; 4 ovos; 10 colheres de sopa de fubá; 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado; 6 colheres de sopa de óleo; 1 colher de sopa de amido de milho; 3 colheres de chá de canela em pó; 1 colher de sopa de fermento em pó; 8 colheres de sopa de adoçante culinário forno e fogão.

Modo de preparo: Bater no liquidificador os ovos, o óleo, o leite, o queijo e o adoçante. Acrescentar o fubá, o amido de milho e a canela em pó e, por último, o fermento. Transferir para uma forma untada com óleo polvilhada com amido de milho. Assar em forno médio pré-aquecido até dourar. Desenformar após esfriar e servir.
Rendimento: 15 porções.


Doce de batata doce diet

Ingredientes: 3 batatas doces roxas; ½ xícara de chá de leite desnatado; 2 colheres de sopa de adoçante culinário forno e fogão; 2 colheres de sobremesa de canela em pó.

Modo de preparo: Descascar as batatas e colocá-las em uma panela com água fria, levando ao fogo médio com a panela semi-destampada até as batatas amolecerem. Escorrer as batatas e ainda quente amassá-las. Colocar em uma panela essa massa, o adoçante e o leite, levar ao fogo brando e mexer até que solte do fundo da panela. Colocar a massa em um prato fundo e deixar esfriar. Fazer bolinhas com o auxílio de uma colher de sobremesa e polvilhá-las com pouco de adoçante ou com cacau em pó ou com canela.
Rendimento: 25 porções.

 

Cuscuz de tapioca leve

Ingredientes: 500 gramas  de tapioca; 1 litro de leite desnatado; 100 ml de leite de coco light; 8 colheres de sopa de adoçante em pó; 100 gramas de côco ralado sem açúcar.

Modo de preparo: Ferver o leite juntamente com o leite de côco light e o adoçante em pó. Quando já estiver fervendo, acrescentar a tapioca aos poucos, sempre mexendo para não empelotar. Deixar ferver em fogo baixo por aproximadamente cinco minutos. Colocar o conteúdo em um pirex e polvilhar côco ralado por cima, para decorar.

 

Arroz doce leve

Ingredientes: 1 xícara de arroz branco (de preferência, do tipo arbóreo, para risoto); 1/2 xícara de água; 2 xícaras de leite desnatado; 2 bananas d'água bem maduras; 1 anis estrelado ou 1 pau de canela; 5 cravos-da-Índia.

Modo de fazer: Em uma panela, coloque o arroz e a água e cozinhe até ele ficar al dente. Caso sinta necessidade, acrescente mais água. Apague o fogo e reserve. Bater o leite com a banana no liquidificador até dissolver bem. Em outra panela, coloque o leite, o anis, os cravos, misture e deixe ferver. Adicione o arroz cozido e abaixe o fogo, e deixe cozinhando por mais 10 minutos, ou até a quantidade do leite diminuir um pouco. Apague o fogo e polvilhe canela em pó para servir.



segunda-feira, 4 de junho de 2018

Reunião Respira Petrópolis


Na última quarta-feira (30), aconteceu a 1ª reunião clínica do projeto de pesquisa, extensão e docência “Respira Petrópolis”, na FMP/Fase. O encontro reuniu os coordenadores do projeto, o professor da FMP/Fase, Marcus Condes, a Fisioterapeuta, Erica Lopes, as preceptoras da USF Boa Vista, Julia Morelli e Stella Vieira, o médico da USF Machado Fagundes, Régis Vieira, e os residentes do programa de Saúde da Família e Comunidade da instituição. O projeto busca discutir os casos clínicos das doenças respiratórias mais frequentes na Atenção Básica, visando ampliar os conhecimentos dos profissionais para o atendimento e orientações da população.



Fase promove Curso Avançado de Ortodontia


Os constantes avanços tecnológicos e científicos na área de Ortodontia, assim como a crescente competitividade no mercado de trabalho e o aumento de exigência pelos pacientes, fazem com que dentistas já especializados na área precisem buscar novas atualizações de conhecimento. Pensando nisso, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto promove, em julho, o “Curso Avançado de Ortodontia”, que terá duração de 12 meses.

O objetivo do curso é fornecer aos profissionais, já pós-graduados, as ferramentas necessárias ao aprimoramento profissional, com enfoque na validade dos meios diagnósticos e no estabelecimento de protocolos terapêuticos baseados em evidências ou decorrentes de processos de inovação.

Ao todo, serão 12 aulas de 8 horas, uma aula por mês, sempre às quintas. As 96 horas de carga horária serão divididas em três módulos (diagnóstisco, protocolos terapêuticos ortopédicos com ancoragem esquelética e mecânica ortodôntica), compreendidos pela parte teórica, que abordará as atualidades em diagnóstico e planejamento de casos ortopédicos e ortodônticos, e a prática laboratorial. O conteúdo será complementado por seminários de discussão de casos clínicos e também haverá consultoria virtual de diagnóstico e planejamento de casos documentados em 3D.

“A ideia do curso é fornecer um método que auxilie o especialista a escolher as melhores e mais válidas ferramentas para os diferentes tipos de diagnóstico, para que, a partir disso, possa definir os protocolos de tratamento baseados nas melhores evidências disponíveis”, afirmou Ricardo Tesch, coordenador do curso, que é professor de graduação em Odontologia e de especialização em ortodontia, além de ser coordenador da pós-graduação em Disfunção Temporomadibular e Dor Orofacial, na FMP/Fase.

Ricardo será auxiliado por Rafael Leite Oliveira e Leticia Tesch, que também são professores de graduação e pós-graduação da faculdade. O curso ainda oferece a possibilidade de os interessados realizarem os módulos separadamente. Os detalhes podem ser obtidos no site: www.fmpfase.edu.br ou pelo telefone (24) 2244-6497.




 

 

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Copa do Mundo e a gestão de (mega) projetos


Gladistone M. Afonso
Coordenador da especialização em Gestão de Projetos da FMP/Fase


                Eventos globais como a Copa do Mundo de Futebol ou as Olimpíadas são excelentes exemplos de projetos (ou megaprojetos, por conta de sua magnitude), pois trabalham todas as áreas de conhecimento possíveis da Gestão de Projetos. Se essas áreas de conhecimento foram bem trabalhadas ou não é assunto para outra conversa.

                Antes de mais nada, é importante entender que projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo, de acordo com o Project Management Institute (PMI), referência mundial quando o assunto é Gestão de Projetos. O esforço temporário da Copa da Rússia 2018 começou muito antes da primeira partida de futebol e vai terminar bem depois do apito do árbitro na partida da final. Já o produto, serviço ou resultado exclusivo é o evento em si. Mas você pode estar se perguntando se essa história de “produto exclusivo” é verdadeira, afinal toda Copa é sempre igual: vários times, vários estádios, público, ingressos, cerimônias e um vitorioso no final. Então, onde está a exclusividade? Em tudo, praticamente. Afinal, cada edição conta com times, públicos, estádios, patrocinadores, fornecedores, prestadores de serviços, funcionários, cronogramas, orçamentos, logomarcas e mais uma centena de outros elementos que são exclusivos daquela edição.

                No Guia de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (em inglês, PMBOK Guide), editado pelo PMI, existem dez áreas de conhecimento em projetos: integração, escopo, cronograma, custos, qualidade, recursos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas. As quatro primeiras, intencionalmente, são as mais importantes e onde se concentram a maior fonte de problemas, quando mal executadas. Imaginem uma Copa em que as coisas dessem erradas (escopo), ou estivessem fora do prazo (cronograma), ou gastando mais do que deveriam (custos)? Também não é possível imaginar um evento dessa magnitude sem planejamento, organização, direção e controle (integração). Seria a fórmula certa para o fracasso.

                Sobre a qualidade, como não falar do “padrão Fifa”, termo que ficou famoso em 2014 e se referia aos requisitos de qualidade impostos ao país sede do mundial. A qualidade anda de mãos dadas com os recursos e aquisições, principalmente para megaprojetos que demandam uma quantidade também “mega” de elementos físicos e humanos, com um controle de aquisições e contratações que surge como um desafio enorme de logística, finanças e gestão. E para amarrar tudo isso é imprescindível muita comunicação! De acordo com o PMI, em torno de 90% do tempo de um gerente de projetos é gasto com comunicação. Uma Copa do Mundo exige inúmeros canais de comunicação, diversos protocolos e padrões, além de apresentar como dificultador a diversidade cultural, linguística e política de todos os envolvidos no projeto.

                Se até agora apresentamos desafios enormes para o projeto da Copa do Mundo, não é difícil entender que um megaprojeto desses apresente uma quantidade também enorme de riscos. Esses riscos podem variar em impacto e custo, desde algo pequeno que se resolva com poucos recursos, até problemas que possam gerar milhões de dólares de prejuízo. Profissionais especializados estão praticamente 24 horas em cima dos principais riscos, monitorando e preparando respostas.

                Por último, mas não menos importante, estão as partes interessadas, que são todas as pessoas que podem influenciar ou são influenciadas pelo projeto. A Copa atinge um público cada vez maior, em várias partes do globo. A quantidade de pessoas interessadas em seu sucesso é também muito grande: organizadores, jogadores, dirigentes, políticos, fornecedores, comércio e prestadores de serviços... A lista parece não ter fim.

                O mais interessante em um megaprojeto são os inúmeros projetos que, juntos e integrados, formam o resultado final. A construção de um estádio é um projeto à parte. Uma partida de futebol também. Os fornecedores da Copa podem estabelecer diversos projetos para entregar o seu produto, serviço ou resultado exclusivo, que serão somados ao megaprojeto final. Já a nossa seleção brasileira está engajada no projeto de conquista do mundial e, como em todo projeto, é difícil agradar a todas as partes interessadas, principalmente quando somos 200 milhões de partes apaixonadamente interessadas pelo esporte. Vide a convocação do técnico Tite, que rendeu muitos elogios, mas também muitas críticas.

                Seja mega ou mini, todo projeto deve ser gerenciado profissionalmente, e o gerente de projetos tem um papel importantíssimo na gestão e na liderança desse empreendimento, sempre com um olho no trabalho e o outro na taça. Sucesso nos projetos!