No último dia 03 de setembro, a FMP/Fase realizou a
tradicional Cerimônia de Insígnias, reunindo professores, gestores da área da
saúde, atuantes
no município e na região, e os familiares dos alunos. O ritual
representa a transição dos estudantes do 6º período para a prática profissional.
A presença de gestores da área da saúde demonstra o compromisso da FMP/Fase em
apresentar os acadêmicos, que estão no caminho de conclusão da formação
profissional, ao mercado de trabalho.
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Startup criada por aluna de Administração da FMP/Fase fica em 3º lugar em evento mundial de empreendedorismo e inovação
A aluna
Mariane Britto, do quarto período do curso de Administração da FMP/Fase e atual
presidente da Petrópolis Jr., ganhou em terceiro lugar no primeiro Startup Weekend
de Petrópolis, realizado no Campus da faculdade, em agosto. Na ocasião foram
criadas 12 startups. O Techstars Startup Weekend é um evento mundial que apoia
o empreendedorismo e a inovação.
A empresa
criada pelo grupo de Mariane (os outros integrantes são Marcos
Britto, Flávio Netto, Alessandra Simão e Francinery Esperança), visa transformar
a energia gerada em excedentes por pessoas físicas ou jurídicas em créditos que
podem ser adquiridos por um preço mais barato do que o praticado por companhias
de energia elétrica.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
FMP/Fase oferece nova Especialização em Perícia Médica
A Medicina Legal e Perícia Médica, uma das 53 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina, ainda é pouco reconhecida como especialidade tanto por advogados quanto por médicos. No entanto, é uma área de atuação em franca expansão no nosso país. É senso comum que para uma boa avaliação médica é necessário extenso conhecimento de Medicina clínico-cirúrgica. Entretanto, para a realização de uma perícia médica adequada e a produção de um laudo pericial médico de qualidade, é também necessário o conhecimento das nuances das diferentes áreas periciais como a Cível, a Securitária, a Trabalhista, a Previdenciária, entre outras.
Com a proposta de formar profissionais especializados na área, a Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase) está com inscrições abertas para o Curso de Especialização em Perícia Médica, com início confirmado para o dia 18 de outubro deste ano.
“De fato, a partir da Resolução CFM 1.973/2011, a área de atuação denominada Perícia Médica foi incorporada à especialidade Medicina Legal e se tornou especialidade médica reconhecida pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina como Medicina Legal e Perícia Médica. Assim, embora qualquer médico com CRM ativo possa realizar Perícias Médicas, é o profissional com especialização em Perícias Médicas o que reúne as melhores condições para elaboração de um laudo pericial apropriado para cada caso”, explica o médico Marcus B. Conde, Perito Judicial do TJRJ e da JFRJ e coordenador da Especialização em Perícia Médica da FMP/Fase.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recentemente publicou um estudo realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (INSP) demonstrando um aumento de 130% nos processos judiciais envolvendo o tema “saúde”. Os dados da pesquisa apontam que este fenômeno é crescente, com demandas judiciais relacionadas à saúde aumentando a cada ano.
“Assim, a judicialização da saúde se constitui atualmente um problema do Sistema Judiciário brasileiro, que tem de lidar com centenas de milhares de processos relacionados a este tema. É esperado que estes dados causem diferentes consequências nos próximos anos. No Judiciário, propostas como a criação de varas especializadas em saúde, por exemplo, já estão em andamento. Na Medicina, a procura cada vez maior por peritos médicos certamente incentivará a formação de novos especialistas e a maior visibilidade desta fascinante e ainda pouco conhecida área de atuação médica”, destaca Marcus Conde.
O Curso de Especialização em Perícia Médica da FMP/Fase é reconhecido pelo MEC e terá 12 módulos mensais distribuídos da seguinte forma: seis módulos híbridos (um por mês) com 20 horas presenciais (sexta-feira, das 13h às 20h; sábado, das 8h às 18h; e domingo, das 8h às 13h) e 10 horas em EAD (ao longo do mês do módulo presencial). Terá ainda cinco módulos de 30 horas integralmente em EAD e um módulo (o último) de 30 horas integralmente presencial (quinta-feira, das 13h às 20h; sexta-feira, das 8h às 18h; sábado, das 8h às 18h; e domingo, das 8h às 13h) para prática de elaboração de laudos periciais e elaboração do trabalho de conclusão de curso (TCC).
Os módulos em EAD ficarão disponibilizados para o aluno durante 30 dias na plataforma da FMP/Fase, período este em que o mesmo deverá assistir às aulas on-line, ler o material disponibilizado e fazer os exercícios. Há várias atividades interativas simples. Além do fórum de discussão, haverá um chat ao final do módulo para que os alunos possam sanar dúvidas remanescentes com os professores.
O corpo docente da especialização da FMP/Fase é formado por doze profissionais, sendo 11 médicos e um advogado. Todos com grande expertise em Perícia, larga experiência didática e renome nacional. Todas as aulas presenciais ocorrerão no Campus da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase), localizado na Avenida Barão do Rio Branco, 1003, Centro de Petrópolis. Outras informações e as inscrições estão disponíveis no site www.fmpfase.edu.br.
Encontro de pesquisadores destaca descobertas sobre a vacina BCG
A Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) sediou o encontro anual do
INCT (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia) sobre tuberculose, realizado
no dia 22 de agosto. O grupo interdisciplinar de profissionais da FMP/Fase, PUCRS, UFRGS, Fiocruz
e Fundação Ataulpho de Paiva que atua pesquisando a vacina BCG já encontrou
algumas respostas positivas da ação da vacina, não apenas contra a tuberculose,
mas princípios ativos que induzem sucesso também no tratamento de outras
doenças.
“Quando nos encontramos anualmente, com grupos do Rio de Janeiro e de
Porto alegre, trocamos muitas experiências. Fico muito feliz por ver que
estamos evoluindo. No Brasil, temos a grande vantagem de ter a vacina contra a
tuberculose, considerada uma das melhores do mundo, mas descobrimos recentemente
que a BCG é um imunomodulador, então é um tratamento de escolha para o câncer
de bexiga, em doses e com formulação diferentes, e está sendo testada nos Estados
Unidos para prevenção de diabetes. Também temos dados que nos mostram ser
interessante para o tratamento da asma. Então, estamos desenvolvendo as
pesquisas em todas essas áreas”, explica Luiz Roberto Castello Branco, diretor
científico da Fundação Ataulpho de Paiva.
O objetivo central do encontro foi reunir os pesquisadores para que
pudessem discutir os resultados preliminares, adquiridos ao longo do período de
estudos e análises em todos os laboratórios, para que fossem tomadas algumas
decisões relativas ao financiamento do projeto.
“A minha linha de pesquisa envolve o que chamamos genericamente de
imunomodulação, ou seja, o estudo de substâncias e mecanismos que possam
regular a resposta imunológica tanto para a potenciação como para a supressão.
Eu entrei neste grupo há pouco mais de 6 meses. Temos alguns projetos com a
vacina para tuberculose (BCG) que também não foram publicados ainda, pois estamos
realizando a parte experimental”, destaca José Mengel, pesquisador e professor
da FMP/Fase/Fiocruz.
Segundo os pesquisadores, as recentes descobertas sobre as
funcionalidades da vacina BCG também para prevenção de outras doenças, além da
tuberculose, merecem um olhar mais atento e investimentos contínuos nos
estudos.
“Ao meu ver, a pesquisa sobre a vacina BCG precisa ser contínua e com
constantes investimentos. O que nós estamos tentando fazer é reunir
pesquisadores especialistas na área de vacina, principalmente que têm em comum
o entendimento primeiro de como realmente essa vacina funciona, pois daqui a
dois anos essa vacina vai completar cem anos e não sabemos exatamente como ela
funciona. A proteção que a BCG proporciona contra a tuberculose é apenas a
ponta do iceberg, pois estudos preliminares indicam que ela pode ser usada
contra outras enfermidades, como a asma e tumores”, ressalta Paulo Antas,
pesquisador da Fiocruz.
Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, as pesquisas buscam na
flora brasileira compostos que possam favorecer o desenvolvimento de vacinas mais
eficazes na prevenção de doenças.
“Desde 2015, trabalho nesse projeto de pesquisa. O nosso laboratório de
fisiologia vegetal da Universidade colabora desde antes de 2009 com um projeto
para prospecção de novos compostos que tenham uma atividade antituberculose, a
partir de plantas que são encontradas na Mata Atlântica, por exemplo. Temos uma
grande biodiversidade e ainda não a exploramos de maneira sustentável”, pondera
Anna Yendo, pesquisadora da UFRGS.
O fato de Petrópolis estar aberta para sediar encontros de pesquisa e
promover atividades com pesquisadores de diferentes regiões do país e também do
exterior fomenta a vocação do município como Cidade Universitária, projeto este
que recebe o apoio e o investimento da FMP/Fase.
“Os saberes têm que
circular e o nosso papel é proporcionar o acolhimento a esses pesquisadores e
os instrumentos necessários para o trabalho desses grupos de pesquisa, de forma
que a humanidade possa aproveitar as suas descobertas e beneficiar a saúde da
população. Estamos sempre buscando oportunidades para revelar que Petrópolis
pode ser uma Cidade Universitária, promovendo a troca de saberes, atraindo pesquisadores
de renome que estejam interessados em linhas de pesquisas de importância para a
nossa sociedade”, acrescenta Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves,
supervisora geral da FMP/Fase. “A nossa cidade já é acolhedora por si e dispõe
de todos os recursos para proporcionar a esses pesquisadores um bom ambiente de
trabalho, com recursos tecnológicos e apoio administrativo. Creio que esse seja
um bom começo para o projeto Cidade Universitária, que promove o encontro de
saberes”, finaliza a educadora.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Coletiva “Miscigenação+ID” inclui participação de visitantes na FMP/Fase
Na sequência da primeira
exposição da francesa StelH no Brasil, o Centro Cultural da Faculdade de
Medicina de Petrópolis (FMP/Fase) apresentará a coletiva “Miscigenação+ID” até
28 de setembro. Criações de StelH e dos colegas brasileiros Ana Clara Guinle,
Claudio Partes, Doug, Gardênia Lago, Loan Tammela, Maria Eduarda Gurjão e Sonia
Xavier ganharam contribuições artísticas dos visitantes. É que a exposição
“Miscigenação”, que reuniu StelH e convidados, foi acompanhada por oficinas
criativas com alunos da instituição e de jovens da rede pública da cidade, que
deixaram suas impressões no espaço.
“A proposta está em sintonia com objetivos do Centro Cultural e com a faculdade para ampliar as buscas do pensar e do fazer artístico em prol de uma vida plena, onde juntas caminhem razão e sensibilidade, aproximando artista, arte e público”, diz Ricardo Tammela, coordenador de Projetos e Extensão da FMP/Fase.
Claudio Partes, que também
assina a curadoria das exposições, explica que o conjunto de obras reunidas em
“Miscigenação+ID” promove a sensibilidade e a riqueza do tema: “Os
trabalhos enaltecem a diversidade e ao mesmo tempo a identidade em meio à
miscigenação que é a cultura brasileira.”
StelH veio ao Brasil, onde já tinha vivido, para uma curta temporada e uma residência artística, em Petrópolis. Com o projeto de “Miscigenação”, ela conseguiu trabalhar ao lado de artistas convidados locais e do Rio, para mostrar a alquimia na arte e na vida, com ênfase nos quatro elementos da natureza.
“Sou apaixonada pela
diversidade cultural do Brasil. Nesse projeto, trabalhamos com pinturas a
partir de matérias vivas, vibrações e emoção, provocadas pelo tema da
miscigenação”, conta StelH, satisfeita com os resultados dos encontros.
“Miscigenação+ID” tem
entrada franca. O Centro Cultural da FMP/Fase funciona de segunda a
sexta-feira, das 9h às 21h, e sábado, das 9h às 18h, na Av. Barão do Rio Branco,
1003, no Centro de Petrópolis.
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