quarta-feira, 1 de junho de 2016

Conheça os projetos apresentados por alunos de Administração no Workshop Social

A disciplina de Marketing Social, lecionada pela professora Mônica Fontes, realizou um Workshop Social, no dia 31 de maio, para apresentar os projetos desenvolvidos pelos alunos do 5º período do curso de Administração da FMP/Fase.


O workshop teve como objetivo conscientizar alunos de outras turmas e cursos para a importância da integração entre a teoria e a prática e a promoção de iniciativas que visem à melhoria da qualidade de vida dos petropolitanos. 

Conheça cada projeto:


Atualmente, pode-se perceber cada vez mais o aumento da população idosa, tanto a nível nacional quanto a nível mundial. 

Conforme o Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, o número de pessoas com 60 anos ou mais deve crescer mais que a média internacional, triplicando sua população até 2050. Já em 2015, a porcentagem da população idosa era de 12,5% com previsão para alcançar 30% até a metade do século. Com isso, o Brasil será considerado uma nação idosa, assim classificada pela OMS para países com mais de 14% de população idosa. Consultando os dados a nível municipal para decisão do projeto, em Petrópolis, em 2010, havia uma população de 295.917 habitantes (Dados: Censo Demográfico 2010, IBGE), com aproximadamente 14,42% da população sendo idosa.

Em decorrência da disciplina de Marketing Social, inserida no 5º período do curso de Administração da FMP/Fase e sob direção da Professora Mônica Fontes Simião, formou-se o “Amigas do Idoso”, um projeto que será desenvolvido no Abrigo São José Bento Cottoleno, localizado na Estrada Presidente Sodré, 348, no bairro Siméria, em Petrópolis/RJ, tendo como parâmetro o atual cenário em construção no país. Nossa missão é fomentar o engajamento da sociedade e organizações em prol do idoso, em busca da sua inserção na comunidade. Temos como visão agregar valor à vida dos idosos e estabelecer solidez ao atendimento contínuo das necessidades da organização a fim de que o projeto se perpetue.

Nossos valores são: ética, respeito ao ser humano, comprometimento e amor à causa. Tendo o auxílio aos idosos como foco, nosso objetivo fim é a reestruturação do Abrigo e continuação da prestação de serviços sob nova gestão.


Objetivo Geral
· O projeto tem como objetivo viabilizar recursos para a manutenção do Abrigo São José Bento Cottoleno bem como desempenhar atividades de integração com os idosos.

Objetivos Específicos
· Captar doações de vários gêneros alimentícios, além de material de limpeza e higiene pessoal.
· Realizar campanhas de divulgação e incentivo ao trabalho voluntário.
· Fomentar o engajamento da sociedade e das organizações privadas nas campanhas.

Integrantes
Elaine Mendes
Letícia Anjos
Laís Ventura


A preocupação com o meio ambiente criou uma demanda por produtos e processos que possam atender a necessidade da preservação nos dias atuais, e reciclar papel/papelão são formas de responder a esta demanda. Os principais fatores de incentivo à reciclagem de papel, além dos econômicos são: a preservação de recursos naturais (matéria-prima, energia e água), a minimização da poluição e a diminuição da quantidade de lixo que vai para os aterros.

Percebendo isso, desenvolvemos o projeto “Criando com Papelão” que tem por finalidade produzir artesanatos usando como matéria prima o papel/papelão. Conseguimos parceria com o Ambulatório Escola da FMP, onde há um desperdício anual significativo de papelão (1.800 caixas).

Além do incentivo a reciclagem, o projeto tem como base atrair pessoas de comunidades próximas para ensinar e desenvolver atividades artesanais que podem oferecer oportunidade para geração de renda.

Objetivo Geral
Aliar artesanato à conscientização ambiental com comunidades da região e tornar interativos os esforços para conservação dos recursos naturais. Com a produção artesanal podendo desestimular o consumo exagerado, oferecendo por meio da reutilização de materiais uma forma de resistência há obsolescência programada (quando a empresa programa para que o produto tenha uma vida útil menor do que a tecnologia permite).

Objetivos Específicos
· Realizar aulas educativas para criação de produtos artesanais como matéria prima o papelão;
· Atrair pessoas que tenham interesse em desenvolver habilidades artesanais;
· Criação de feiras para a exposição e venda dos artesanatos que gerem renda;
· Palestras educativas para a conscientização da reciclagem do papelão.

Integrantes
Carolina Machado
Igor Laranja
Tatiana Martins


Cerca de 800 milhões de pessoas ao redor do mundo estão passando fome. No entanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, continuamos a jogar fora uma quantidade de comida, em âmbito mundial de 1,3 bilhão de toneladas por ano. O suficiente para alimentar mais que o dobro das pessoas que hoje sofrem de falta de alimentos. Nos países em desenvolvimento, boa parte desses alimentos se perde após a colheita, devido à falta de armazéns adequados, de estradas e de sistemas de refrigeração. Por outro lado, os países desenvolvidos desperdiçam mais comida em etapas posteriores na cadeia de suprimentos, sobretudo quando os varejistas encomendam, servem ou exibem produtos demais, ou quando os consumidores ignoram as sobras no fundo da geladeira ou atiram ao lixo alimentos ainda válidos.

Uma família média brasileira gasta 478 reais mensais para comprar comida. Se o desperdício de 20% de alimentos deixasse de existir em casa, 90 reais deixariam de ir para o ralo. Guardando esses 90 reais todos os meses, depois de 70 anos (expectativa média de vida) a família teria uma poupança de 1,1 milhão de reais. Cada brasileiro gera em torno de um quilo de lixo por dia. Cerca de 58% desse total é representado por lixo orgânico, formado de restos de alimentos. Em Petrópolis a situação não é diferente, devido ao grande desperdício de alimentos, principalmente nas feiras-livres. Apesar de solicitado, a prefeitura não informou o número de produtos orgânicos recolhidos nas feiras do município, mas segundo informações não oficiais, do lixo recolhido só na feira livre do Centro, 90% são de material orgânico.

O grupo escolheu esse assunto por estar muito presente no nosso dia-a-dia e os dados serem alarmantes sobre o desperdício de alimentos ao redor do Brasil e do Mundo. Trazendo ao âmbito de nossa cidade de Petrópolis, observamos que o problema é igual.
O nome escolhido para o projeto foi Plantar o Bem porque queremos implantar a ideia de que desperdiçar é errado e que podemos reaproveitar mais do que imaginamos e até acabar com a fome no mundo um dia.


Objetivo Geral
Erradicar o desperdício de comida ao máximo primeiramente na cidade e futuramente no mundo.

Objetivos Específicos
Coletar os alimentos descartados nas feiras livres da nossa cidade; 
Coletar alimentos que seriam descartados nas residências das pessoas que aderiram a nossa ideia de ajudar o mundo;
Fazer um projeto de distribuição e reutilização dos alimentos coletados nas feiras e nas residências;
Fazer compostagem;
Conscientização da faculdade, todos os funcionários e alunos para que eles façam isso em suas casas e espalhem a ideia para outros lugares;
Divulgação do projeto utilizando as redes sociais para atingir pessoas que queiram ajudar.

Integrantes
Anna Dolezal
Bernardo Konig
João Pedro Pipa
Rafaela Archanjo
Tainá Pacheco


O projeto tem o propósito de orientar e educar, crianças e adolescentes do Lar Nossa Senhora das Graças para as questões ambientais e sociais. Desenvolver por meio de palestras e atividades coletivas, a conscientização de que um país desenvolvido não é apenas aquele com maior economia. ​

Objetivo Geral
Estimular a mudança prática de atitudes e formação de novos hábitos em relação a uma alimentação mais saudável e ao descarte de forma irregular do lixo, favorecendo a reflexão sobre a responsabilidade ética da nossa geração em relação às próximas auxiliando para garantir que todos tenham uma vida responsável.

Objetivos Específicos
Incentivar e promover o trabalho coletivo e a cooperação, possibilitando a construção da consciência ecológica. Observar e analisar fatos e situações de todos os tipos de lixo do ponto de vista ambiental, de modo crítico, reconhecendo as necessidades e oportunidades de atuar de modo positivo para garantir um ambiente saudável e a boa qualidade de vida.

Conscientizar a criança para a necessidade de pensar no problema do lixo, nas formas de coleta e destino, na reciclagem, nos responsáveis pela produção e destino no orfanato, e que venha se tirar proveito e lucro da coleta e reciclagem, ao mesmo tempo, trazendo retorno para o orfanato e para o município. Sendo assim buscando parcerias que envolvam empresas e setor público. Alertar para o risco da obesidade infantil devido à má alimentação.

Integrantes
Jéssica Tavares
José Wolker
Michele Gonçalves



São abandonados diariamente no Rio de Janeiro perto de 200 animais, colocados nas ruas da amargura pela insensibilidade humana, além de outros que fogem de suas residências, ou seja, em torno de 6 mil animais por mês nesta situação de amargura. Em todo o Brasil somam mais de 4 milhões de animais abandonados nas ruas deste imenso país. E o que fazem os governos municipais? Nada! 

A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Por: Gilberto Pinheiro - jornalista, palestrante em escolas e universidades, articulista de sites e jornais sobre a senciência (capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade) dos animais.

Cadelas que não são castradas procriam de forma rápida, em menos de dois anos uma cadelinha abandonada e não castrada gera em média 126 filhotes.

A marca
Representa o amor que temos pelos nossos animais, o coração com uma patinha dentro significa que eles estão conosco onde quer que estejamos!

O projeto
Criado através do amor que as integrantes do projeto tem pelos seus animais, especificamente os cachorros, criamos o AmoPet tendo como intuito passar para as pessoas como é bom ter um animal de estimação e cuidar dele com carinho e também sabendo do pouco interesse das pessoas para com o bem-estar animal queremos conscientizar! Uma pessoa não abandona um animal de raça, fofinho, etc. Por que, abandona então um animal ‘’vira-lata’’? Pra essa pergunta, e outras, nós procuramos a resposta! Precisamos acabar com esse preconceito!

Objetivo Geral
Iremos nos unir a uma ONG/Grupo de Proteção com o objetivo de fortalecer nosso projeto e contribuir de forma positiva com o trabalho que já e realizado.

Objetivo Específico
Conscientização da população sobre: 
Maus tratos e abandono; 
Importância da castração;
Adoção consciente;
Necessidades da ONG;
Como posso ajudar e me tornar um voluntário, entre outros.

Integrante
Camila Guimarães

O projeto cabide Imperial, surgiu a partir do cabide solidário já existente em várias cidades brasileiras e até mesmo fora do País, como na África, por exemplo. A ideia é disponibilizar cabides em pontos estratégicos da cidade para que pessoas possam depositar roupas e sapatos, para que moradores de rua e pessoas que necessitam possam pegar, tendo em visto que há aproximadamente 1,8 milhões de moradores de rua no Brasil. O lema do projeto em uma das cidades é “Fazer o bem sem ver a quem”, pois quem doa as roupas não sabe quem serão os beneficiários. Os cabides são pendurados em árvores, postes, terminais rodoviários e até mesmo, em lojas que aderem ao projeto. O objetivo é que seja simples e sem burocracias para que quem realmente precise possa se sentir a vontade para retirar um item.

Objetivo Geral
Ajudar os moradores de rua e conscientizar a sociedade de que eles necessitam de apoio, já os objetivos específicos visam promover as lojas parceiras e o desapego de roupas que não são mais utilizadas.

Ações Pretendidas
Nosso grupo busca parceiros para divulgar nosso projeto e em contra partida divulgamos os mesmos em nossos canais eletrônicos e pontos físicos. Buscamos conseguir descontos com lojas caso os clientes doem peças de roupas para dar continuidade ao projeto. Já começamos o processo de divulgação do projeto em canais eletrônicos (redes sociais), na faculdade, no trabalho e em nossa comunidade. 

Integrantes
Andreza Gomes Maciel
Guilherme Rezende
Juliana Carvalho
Rômulo Pinho 
Sára Ribeiro Campos


Hoje em dia observamos como as catástrofes afetam as pessoas, elas não só perdem suas casas e coisas materiais, como também, perdem todas as lembranças boas ao qual viveram no lugar em que projetaram sua vida. É fácil voltar a ter suas casas através dos programas do governo, mas muito difícil recuperar tudo que perderam, o objetivo do nosso grupo é poder levar um pouco de esperança para as pessoas que não tem como investir novamente em móveis, pois muitos possuem renda só para as coisas básicas, como alimentação e higiene. Nosso projeto visa restaurar móveis ao quais outras pessoas não utilizam mais e doa-los a quem necessita.

Objetivo Geral
O objetivo do nosso projeto é arrecadar móveis usados (em bom estado ou não) a fim de reforma-los, através de parcerias com marcenarias e fábricas de móveis, conforme a necessidade e doa-los para pessoas carentes de recursos e com baixa renda, visando principalmente pessoas envolvidas em projetos sociais. Além de evitar futuros problemas devido ao acúmulo desses móveis descartados em vias públicas, podendo causar diversos problemas como, por exemplo, enchentes, doenças devido a animais infectados (rato, barata, etc.).

Objetivos Específicos

Prestar solidariedade á pessoas vítimas de catástrofes naturais, inicialmente, na região Serrana;

Retirar móveis de vias públicas, evitando assim acúmulo de lixo podendo causar doenças e enchentes. Promover geração de renda para pessoas carentes interessadas em aprender o oficio de marcenaria;

Formar parcerias com empresas que trabalhem no ramo mobiliário e que possam dar suporte ao projeto.

Integrantes
Amanda Hibner
Daiana Leal
Luiza Oliveira
Raiane Peixoto



Atualmente a questão do lixo e seu descarte é um problema para diversos países, muitos destes ainda não têm a reciclagem como algo habitual, as massas ainda pensam que isto é uma obrigação governamental ou de empresas de grande porte. No Brasil não é muito diferente, atualmente dados recentes constataram que 30% do lixo do país é reciclável porém apenas 3% do mesmo é feito. 

Sendo assim o projeto Reculture-se nasceu da observação da necessidade de melhoria nos descartes de materiais nas empresas e no dia a dia das pessoas, a princípio na cidade de Petrópolis.

Através de um estudo chegamos à conclusão que muitas empresas em Petrópolis descartam seus pallets e caixotes, pagando empresas terceiras para incinerar os mesmos. Concluímos que esses materiais podem ser reutilizados e ainda gerarem lucros. Notamos como é necessária uma mudança no pensamento das pessoas no que tange descarte de seus “lixos”. Nosso projeto tem o proposito de contribuir com o descarte correto de materiais (reciclagem), de forma a reutilizar esse material de forma sustentável.

Objetivo Geral
Gerar mão de obra qualificada contando com parcerias para que possamos contribuir com ocupação e renda, focando em jovens e adultos, principalmente que estão desempregados, assim poderão aprender um novo ofício e desenvolvê-lo ao longo do tempo, pelo fato do pallet ser um produto barato e de fácil manuseio.

Objetivos Específicos 
Recolher os pallets e caixotes com as empresas parceiras;
Conseguir o apoio de projetos sociais para parceria e desenvolvimento de uma oficina;
Conscientização da população sobre reciclagem e descarte de materiais;
Gerar emprego e renda através do ensino do ofício.

Integrantes
Astael Oliveira
Ketlen Neves
Thaíza Moura
Thamara Palma.

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Departamento de Comunicação Faculdade Arthur Sá Earp Neto e Faculdade de Medicina de Petrópolis