terça-feira, 14 de julho de 2009

O que saiu na imprensa

Tribuna de Petrópolis

Quinta-feira, 16 de julho de 2009


Petrópolis é cidade-piloto de Programa do Governo Federal


O prefeito Paulo Mustrangi participou da abertura do Seminário Intersetorial de Atenção Integral ao Adolescente, realizado na manhã de ontem (15), no auditório da Fase, e do lançamento da Cartilha do Programa Saúde na Adolescência, que será entregue nas escolas e comunidades inseridas no projeto. Petrópolis é a cidade piloto para a implantação do programa, realizado por iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação em parceria com a Prefeitura.O projeto teve início nos PSFs da Fazenda Inglesa e Boa Esperança e no Centro de Saúde e, como teve um ótimo resultado nas comunidades, a partir desse semestre será expandido para mais cinco PSFs e cinco escolas da rede municipal de ensino.“Estamos pensando em atenção integral a saúde na escola e em breve estaremos atendendo todas as unidades. É uma perspectiva de promoção e prevenção da saúde para evitar hepatites, uso de drogas e álcool, tabagismo e outras coisas características da juventude. Temos que falar a mesma língua que o adolescente, por isso, eles são protagonistas desse programa que é federal e está sendo aplicado, primeiramente, em nosso município”, declarou a secretária de Saúde, Aparecida Barbosa.Durante o seminário foram ministradas palestras sobre Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Adolescência e Sentido da Vida, Promoção da Saúde na Adolescência e Protagonismo Juvenil, pela coordenadora de Saúde do Adolescente do Ministério da Saúde, Tereza Dellamare; pelo consultor dos Ministérios da Educação e da Cultura, Alex Sandro Machado; do doutor em Educação e representante do Movimento Brasileiro de Adolescentes, Ricardo Castro e Silva; da doutora em Psicologia e representante da Uerj, Cléia Zanatta; e representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foram realizadas oficinas para gestores sobre Protagonismo Juvenil.“Estamos procurando construir políticas em conjunto com diversos setores e com a população. Para isso, também precisamos saber dialogar com a juventude. A sociedade precisa se apropriar dessas políticas e, para isso, qualquer esfera do governo tem que ser participativa, deixando a sociedade opinar, sugerir, se integrar com as ações”, ressaltou o prefeito Paulo Mustrangi.A intenção do governo federal é que outros municípios iniciem o programa com adolescentes, pensando neles como personagens principais e falando a mesma língua. Representando os jovens do município presentes na platéia, o representante da Associação Petropolitana de Estudantes (APE), Diogo Vieira, compôs a mesa, junto com a secretária de Educação, Sandra La Cava; o coordenador do curso de extensão da Fase, João Miranda, além dos profissionais já citados.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O que saiu na imprensa

Diário de Petrópolis
Sexta-feira, 10 de junho de 2009.



6a Conferência Internacional sobre Infecção pelo HIV em Mulheres e Crianças é aberta em Petrópolis

A Faculdade de Medicina de Petrópolis/FASE promoveu ontem a abertura da 6a Conferência Internacional sobre Infecção pelo HIV em Mulheres e Crianças. O objetivo do evento, que se encerra nesta sexta-feira, é discutir as novas técnicas no tratamento e prevenção da transmissão vertical, isto é, da mãe para o filho, do HIV. A conferência conta com a participação de profissionais renomados do Brasil, Inglaterra e Irlanda.

A conferência foi aberta com uma palestra do médico Eduardo Barbosa, do Programa DST Aids do Ministério da Saúde. Ele falou sobre os rumos da epidemia do HIV no Brasil e seu controle. De acordo com Eduardo Barbosa, há hoje cerca de 630 mil casos estimados de HIV no país, sendo que pelo menos 255 mil pessoas vivem com o vírus sem saber que são portadoras. "São pessoas que nunca foram testadas e que não sabem que são soropositivas", explicou.

Hoje, o principal foco da infecção no Brasil está nos heterossexuais na faixa de 25 a 49 anos de idade, apesar de estar sendo registrado um crescimento no número de casos em pessoas acima dos 49 anos. "Trata-se de uma população que foi criada sob outros princípios e que encontra dificuldades no uso de preservativos", completou Eduardo Barbosa.

Outra mudança nos rumos da infecção no país é a redução no número de infectados entre os usuários de drogas. "Este fato se deve, por exemplo, pela redução do uso de drogas injetáveis e aumento no número de usuários de crack, por exemplo. Estas são as diversas particularidades da epidemia pelo HIV no Brasil", explicou o médico.

Um dos principais desafios no país hoje é a redução nos índices da transmissão vertical do HIV (transmissão de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação). Hoje a taxa média deste tipo de transmissão é de 6 a 7%. A meta do Ministério da Saúde é reduzir este índice até 2%. "Reduzir a infecção vertical é um grande desafio. Uma grande parcela das mulheres não tem acesso ao teste HIV durante e pré-natal", afirmou Eduardo Barbosa.

Segundo o especialista, hoje há uma tendência à estabilização da epidemia no Brasil, no entanto, vem sendo registrado um crescimento nos números de casos também entre os homossexuais jovens, entre 15 e 29 anos de idade. "Ainda não se sabe o motivo do crescimento de casos nesta faixa dos jovens homossexuais", disse.

Hoje o Brasil conta com oito drogas antirretrovirais de fabricação própria. Todo o tratamento é custeado pelo governo. O Ministério da Saúde conta com uma verba anual de R$ 1 bilhão para a aquisição de antirretrovirais. O tratamento é garantido por lei. O surgimento de novas drogas vem aumentando a sobrevida dos soropositivos no país. Hoje, 95% dos portadores identificados estão em tratamento e a sobrevida aumentou para cerca de 108 meses. O fato está relacionado ao diagnóstico precoce do vírus. "As pessoas querem fazer o teste hoje. Temos feito muitas campanhas com testes rápidos e a adesão vem sendo grande. Nosso objetivo é que o teste rápido seja um canal para que as pessoas busquem os testes convencionais", concluiu Eduardo Barbosa.

Hoje, a 6a Conferência Internacional sobre infecção pelo HIV em mulheres e crianças contará com a presença de profissionais da área médica internacional como o infectologista John S Lambert, a enfermeira Margaret Clapson, da University College of Dublin (Irlanda), Graham Taylor, do Imperial College (Inglaterra).

A Conferência está sendo realizada pela segunda vez em Petrópolis. O evento é promovido pela prefeitura, pelo Programa Municipal DST/AIDS e Projeto Sorriso, além do Governo Federal. A Faculdade de Medicina de Petrópolis/FASE sedia a conferência, fornecendo a estrutura necessária para a realização do evento. As outras edições do evento aconteceram no Rio de Janeiro e em Santos

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Fundação realiza Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho


A Fundação Octacílio Gualberto promove entre os dias 13 a 17 de julho a primeira Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho - SIPAT.
A iniciativa é organizada pela CIPA 2008/ 2009 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, constituida por colaboradores da Faculdade e Ambulatório Escola.
O tema abordado é "Segurança no Trabalho: É Preciso Saber Viver!".

Confira a programação:

14 de julho 10 horas – Campus Barão

Simulação Incêndio - Atuação dos Brigadistas e Alerta aos funcionários


15 de julho 16 horas – Auditório Centro Cultural Campus Barão

Entrega dos Bottons de identificação aos Membros da Brigada de Incêndio FOG


16 de julho 16 horas – Auditório Centro Cultural Campus Barão

Entrega dos Mapas de Riscos do Campus Barão e Ambe


17 de julho 16 horas – Auditório Centro Cultural Campus Barão

Palestra - Segurança no trabalho

Palestrante Dra. Madalena dos Santos Reis

Enfermeira do Trabalho do hospital Santa Tereza

17 horas encerramento - cofeebreak

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A SIPAT é uma semana obrigatória pelo Ministério do Trabalho e Emprego, na qual a empresa deve proporcionar aos colaboradores momentos de informações a respeito de prevenção e conscientização quanto a segurança e acidentes no ambiente de trabalho. É de extrema importância os funcionários conhecerem os mapas de riscos de cada setor e como agir em incêndios e outros acidentes.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Artigo de estudante de administração é publicado em jornal

A juventude foi o tema de um artigo publicado na última quarta-feira no jornal Tribuna de Petrópolis. O texto é do estudante Thiago Pires do curso de Administração.



Juventude: o presente do País !


Thiago Pires
Diretor Executivo da FAMPE e Séc. de Organização do PCdoB



A juventude é uma fase marcante da vida humana, tendo centralidade nesse período o processo de desenvolvimento, inserção social independente e definição da identidade. É nesta fase que se completa o ciclo da formação física, intelectual, psíquica, social e cultural. E ainda, transita-se das condições de dependência para a de autonomia em relação à família, perante a sociedade. O tema JUVENTUDE não é novo, está sempre presente nas plataformas eleitorais, na mídia, na publicidade e nos produtos da indústria cultural. Este tema adquiriu visibilidade crescente nos últimos anos no Brasil pelo grande peso dessa faixa etária na população. Se levarmos em consideração o critério adotado pelas Nações Unidas, caracteriza-se juventude, pessoas que estão entre 15 e 24 anos. Hoje 35 milhões no Brasil, representando cerca de 20% da população.
Neste momento especifico da historia republicana brasileira, a juventude é como um elo entre o Brasil que temos e aquele que devemos construir. Temos o desafio de converter este assunto em pauta política de primeira grandeza, tratar o tema juventude em outro patamar na agenda política, local e nacional. A importância desta temática advêm do peso numérico deste seguimento populacional e também da reconhecida energia, criatividade e potencialidade que a juventude já comprovou na historiado do nosso país e de outros povos. Representam à esperança de um novo caminho para uma evolução social.
A juventude sofre frequentemente rotulações e é enquadrada em estereótipos que não correspondem à realidade. De um lado são apresentados, através da mídia, como peças de publicidade, modelos estéticos perfeitos para novelas, sempre bonitos, saudáveis, alegres, radiantes, magros e despreocupados. De outro lado, os jovens aparecem como tema de noticiário, envolvidos em graves problemas de violência e quase sempre com comportamentos reprováveis. Agregado a isso, são forçados a assimilar padrões de consumo e de estilos de vida, estimulados pela grande mídia, oferecidos como modelo único a ser seguido, no qual poucos tem acesso na vida real.
Estas imagens são baseadas em estereótipos não fundamentados por dados reais, ou pouco balizadas na diversidade encontrada na juventude. Se o consumismo, o pragmatismo, a alienação, o desinteresse político e social, a acomodação são algumas características de parte da atual geração. Também é verdade que em uma analise real e mais profunda descobrimos outra parte significativa da juventude, participou e participa de vários momentos importantes na construção de nossa sociedade, como nos movimentos de combate a ditadura e do fora Collor, na grande participação nas ONGs e nos trabalhos voluntários, sendo estes bons exemplos de posturas renovadoras e de vanguarda. Fazendo-nos considerar os atributos positivos, comuns neste período especifico do ciclo da vida, digo a criatividade, o dinamismo, a capacidade de rápido aprendizado, a alegria entre muitos outros, sendo os norteadores de uma visão mais humanista de nossa juventude. Os processos constitutivos das características juvenis se fazem de modo diferenciado, tendo grande peso a origem de classe, a renda familiar, a região do país, as condições de moradia, a etnia, o gênero e outros.
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Apesar da juventude ter uma grande capacidade de superar desafios, é possível afirmar que os jovens são os brasileiros mais afetados pelos descompassos sociais que atinge toda a população do país. O desemprego, a evasão escolar, a violência são exemplos dos problemas que mais atingem a juventude. A possibilidade do desemprego assusta todas as faixas etárias, mas tem impacto acentuado nos jovens. Aumentou o desemprego e a precariedade da ocupação profissional neste seguimento, segundo dados do dados de 2000 do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 3,5 milhões de jovens estão sem trabalho atualmente, representando 47% dos desempregados do país. De acordo como a PNAD - Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicilio, do IBGE no ano 2000 a taxa de desemprego na juventude está em torno de 21,1%, quando a média brasileira é de 8,9% .
Os dados estatísticos são eloquentes também quando revelam o déficit educacional que atinge a juventude. Apesar de ter crescido o nível geral de escolaridade em comparação com as gerações anteriores, 17 milhões de jovens, isto representas a metade dos jovens brasileiros de 15 a 24 anos, não estudam. Condenando parte considerável da juventude brasileira à aos subempregos e a marginalidade.
A violência coloca-se como outro assunto preocupante, com indicadores nada animadores, as estatísticas demonstram o crescimento da violência nos grandes centros urbanos, envolvendo os jovens, tanto como vítima como algoz. Dados comprovam que a taxa de homicídios de jovens foi de 54,5 para cada 100 mil habitantes, contra 21,7 para o restante da população. E o que é mais grave, em quanto às taxas referentes ao restante da população tem se mantido relativamente estáveis desde a década de 80, no seguimento juvenil quase dobrou neste período. O choque entre o horizonte oferecido pela mídia, as limitações concretas de renda e condições sociais, bem como a inexistência de políticas públicas satisfatória de inserção juvenil, estão entre os fatores a serem considerados para explicar os crescentes riscos de envolvimento com o narcotráfico e outras modalidades de criminalidade. Além dos problemas já citados, que dizem respeito às condições socioeconômicas, profissionais e educacionais, os jovens se deparam com outro tipo de dificuldade, a discriminação nos espaços de pensar e emitir, executar opiniões. Os “adultos” com os quais mantém contato, muitas vezes adotam uma atitude de julgamento e de subestimação, ignorando suas experiências e opiniões.
A juventude é a fase da vida onde se tornam mais evidentes as ambiguidades e contradições. Mas é também quando se está mais predisposto a questionar a realidade e experimentar mudanças. Os jovens são sujeitos com necessidades, potencialidades e demandas singulares em relação a outros segmentos etários. O reconhecimento da especificidade da juventude tem de ser feito num duplo sentido: o da sua singularidade com relação as outros momentos da vida e o da diversidade interna, que faz com que a condição juvenil assuma diferentes aspectos e contornos. A sociedade tem que buscar reforçar os programas de prevenção à violência, buscando mesclar a permanência escolar, ao fortalecimento da auto-estima e dos vínculos comunitárias, através de atividades e ações ligadas a cultura, esporte e lazer, atentando ainda para a capacitação profissional e geração de renda.

O que saiu na imprensa

Diário de Petrópolis
Sexta-feira, 03 de julho de 2009.
Postos de Saúde da Família recebem equipamentos

A diretora da Faculdade Arthur Sá Earp Neto, Profa Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, a coordenadora do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP), Dra. Cláudia Martins de Vasconcelos Midão, e integrantes da diretoria da Fase, estiveram com o prefeito Paulo Mustrangi e secretária de Saúde, Aparecida Barbosa, na tarde desta quinta-feira (dia 2), para iniciar a entrega de equipamentos e materiais destinados à coleta de informações e à criação de um banco de dados nos 11 Postos de Saúde da Família (PSF) integrados no Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (Pró-Saúde). Os representantes da Fase foram recebidos, também, pela
O Pró-Saúde, criado em novembro de 2005 pelos Ministérios da Saúde e da Educação, envolve 89 projetos de enfermagem, medicina e odontologia, além das secretarias de cada município em que é implantado. O objetivo do programa é a aproximação entre o curso de graduação nas áreas médicas e as necessidades da atenção básica. Em Petrópolis, a FMP e a Fundação Municipal de Saúde partem para o segundo ano do projeto que consiste em levar os universitários, a partir do 5o ano, para dentro das unidades em acompanhamento de consultas, procedimentos e visitas domiciliares, com o objetivo de criar profissionais integrados com os serviços e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
Em contrapartida, os PSFs que fazem parte do projeto receberam, em 2008, reformas, móveis básicos de atendimento, cursos e oficinas, além de um material didático próprio sobre os trabalhos do SUS. Nesta segunda etapa, em 2009, os postos estão recebendo quadros, computadores e walk talks, além de outros materiais, visando intensificar o sistema de comunicação e de coleta e armazenamento de dados. "O projeto não é só bom para a população, que recebe mais atenção com a presença dos estudantes, mas também para nossos profissionais da rede que têm a possibilidade de entrar em contato com esses jovens estudantes, trocarem informações e buscarem meios de se reciclarem", disse a secretária Aparecida Barbosa.
A mesma satisfação com o projeto foi demonstrada pela supervisora da 6a Região do Programa de Saúde da Família e uma das responsáveis pela Educação Permanente, Maria Zenith Carvalho. "Tivemos excelentes resultados com o projeto, principalmente na dedicação dos nossos profissionais. Eles estão mais motivados em aprender sobre as questões atuais dentro de suas áreas devido às dúvidas e questionamentos trazidos pelos alunos de medicina", disse ela.
Os Postos beneficiados com o Pró-Saúde são Unidade de Saúde da Família de Boa Vista, de Nova Cascatinha, da Estrada da Saudade I e II, de Machado Fagundes, de São João Batista, de Castrioto, de Vila Saúde, de Águas Lindas, do Caxambu e de Vila Felipe. As entregas serão realizadas no decorrer deste mês de julho.