Para lembrar da
data os novos diretores apresentaram a nova logo e distribuiram bolo para os estudantes.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Petrópolis Júnior comemora 8 anos
Dia da nutricionista
O documentário "O Mundo segundo a Monsanto" traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas.
A diretora, a francesa Marie-Monique Robin, baseou seu filme - e um livro de mesmo título - na empresa com sede em Saint-Louis (Missouri, EUA), que, em mais de um século de existência, foi fabricante do PCB (piraleno), o agente laranja usado como herbicida na guerra do Vietnã, e de hormônios de aumento da produção de leite proibidos na Europa.
O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos, que, em 2007, cobriam 100 milhões de hectares, com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto.A pesquisa durou três anos e a levou aos Estados Unidos e a países como Brasil, Índia, Paraguai e México, comparando as virtudes proclamadas dos OGM com a realidade de camponeses mergulhados pelas dívidas com a multinacional, de moradores das imediações das plantações pessoas que sofrem com problemas de saúde ou de variedades originais de grãos ameaçadas pelas espécies transgênicas.Robin relatou em entrevistas divulgadas pela produção do filme que tentou em vão obter respostas da Monsanto para todas essas interrogações, mas que a companhia decidiu "não avaliar" seu documentário. Um capítulo do livro, intitulado "Paraguai, Brasil, Argentina: a República Unida da Soja", relata o ingresso desse cultivo nesses países, que estão hoje entre os maiores produtores do mundo, por meio de uma política de fatos consumados que obrigou as autoridades do Brasil e do Paraguai a legalizar centenas de hectares plantados com grãos contrabandeados.A legalização beneficiou obviamente a Monsanto, que pôdo cobrar assim os royalties por seu produto.
Logo depois da exibição o tema foi discutido entre os estudantes e professoras Cíntia Curione e Elenice Maria Gonçalves de Araujo.
Petrópolis ganhará primeiro museu de anatomia do estado do Rio
Projeto será desenvolvido pela Faculdade de Medicina de Petropólis com recursos da Faperj
Uma boa notícia para quem ficou impressionado com a exposição “Corpo Humano”, que fez muito sucesso no Brasil e já percorreu 37 países: o estado do Rio de Janeiro ganhará um museu de anatomia nos mesmos moldes da mostra. O Museu de Anatomia Humana e Patológica, proposto pela Faculdade de Medicina de Petrópolis, da Faculdade Arthur Sá Earp Neto, será o primeiro museu de ciência da Região Serrana e o primeiro museu de anatomia do estado. É a primeira vez que a FMP-Fase é contemplada com recursos da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro).
O projeto do museu foi um dos 103 selecionados pela Faperj em 2009. “A Faperj geralmente prioriza instituições públicas. Para nós da FMP-Fase, a realização desse projeto significa um grande avanço científico, além de representar um incentivo ao turismo da cidade imperial”, afirma Marco Aurélio Passos, professor responsável pelo projeto.
Nove instituições foram contempladas este ano pelo Programa de Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia: UFRJ, Uerj, Uenf, UFF, Fiocruz, PUC-Rio, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet). Criado em 2007, o Programa Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia disponibiliza R$ 1,5 milhão de recursos para pesquisas.
Para o médico, o Museu de Anatomia Humana e Patológica é um avanço na tentativa de democratizar o acesso ao conhecimento científico no estado do Rio: “A finalidade deste museu é preservar o material didático de anatomia e prestar o serviço de popularização da ciência, para que tanto estudantes quanto o público em geral possam ter acesso ao conhecimento de uma forma interessante”.
Tecidos vivos
Os cariocas que visitaram a exposição “Corpo Humano” no Museu Histórico Nacional, no fim de 2008, puderam conferir o visual dos tecidos humanos, que pareciam estar vivos. De acordo com Passos, a técnica que conserva os corpos e órgãos verdadeiros se chama plastinação. Criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, ela utiliza um material – semelhante a uma resina – que permite plastificar partes do corpo humano. “A técnica permite a visualização quase real do funcionamento do corpo e tira o aspecto mórbido do ato de estudar a anatomia humana”, explica o médico.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Conferência Municipal de Saúde homenageia professor Antônio José
Emocionada, a supervisora geral da Instituição, Maria Isabel Sá Earp pediu que as decisões do conselho sejam feitas com muita paz porque a vida de cada um depende em grande parte das decisões tomadas nos dois dias da conferência: "Em nome do professor Antônio José, do exemplo dele, que levemos esse trabalho em paz, com olhar no futuro, esse dia de hoje será o passado manhã, mas poderá ser um passado de glória , só depende de nós".
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