quarta-feira, 20 de junho de 2018

Estão abertas as inscrições para os cursos de férias da Fase


A Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) oferece, nos meses de julho e agosto, oportunidades a alunos e pessoas interessadas em adquirir novos conhecimentos durante os cursos de férias, todos com rápida duração e a preços acessíveis.

Ao todo, são 13 cursos em áreas como saúde, psicologia, marketing, administração, informática e gastronomia. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas no site da FMP/Fase: www.fmpfase.edu.br

Dentre os conteúdos oferecidos, destaca-se o curso “Pitadas, temperos e aromas”, no dia 31 de julho, das 18h às 22h, que vai abordar a cozinha tradicional brasileira, com requinte e criatividade, atualizando receitas e elaborando pratos saborosos.

Já o curso “Qualidade no atendimento ao cliente”, com aulas em 31 de julho e 02 de agosto, das 19h às 21h, é voltado para pessoas interessadas em adquirir ou aprimorar conhecimentos sobre esse que é um diferencial competitivo, fundamental para os negócios, ainda mais em tempos de clientes cada vez mais exigentes.

No dia 01 de agosto, das 09h às 13h, é a vez do curso “Emergências Obstétricas: hemorragia pós-parto”, com a finalidade de revisar a teoria e simular a prática da hemorragia pós-parto, que é uma das principais situações emergenciais durante a assistência ao parto de risco habitual. O público-alvo são enfermeiros obstetras, alunos e residentes de Enfermagem e Medicina, estudantes e técnicos de Enfermagem, além de pós-graduandos em Enfermagem Obstétrica.

Fase promove cursos de férias nas mais diversas áreas


As demandas do mercado de trabalho fazem com que as pessoas tenham que buscar novas formas de qualificação e de atualização do conhecimento, mas a verdade é que tais necessidades profissionais se apresentam em meio a uma rotina cada vez mais corrida e com tempo cada vez mais escasso.

Pensando nisso, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) está com inscrições abertas para 13 cursos de férias, que têm curta duração e serão realizados em julho e agosto. É a oportunidade perfeita para os interessados em se tornar mais bem preparados para a vida profissional, através do contato com conteúdos dinâmicos e práticos.

Os cursos das áreas relacionadas à saúde e psicologia são: Depressão - sofrimento psíquico sem objeto; Gênero e Diversidade; Emergências Cardiovasculares; e Emergências Obstétricas - hemorragia pós-parto. Das áreas de gastronomia, serão oferecidos os seguintes cursos: Café da Manhã Caseiro; Alimentação Vegetariana na Prática - receitas criativas para o dia a dia; e Pitadas, Temperos e Aromas – receitas de inverno.

Já os voltados para o marketing, informática e negócios são: Excel Básico, Excel Avançado, Marketing Digital, Estratégias de Marketing para Crescimento, Programa 5S – desafios da atualidade, além do curso de Qualidade no Atendimento ao Cliente.

As inscrições e outras informações sobre valores e datas dos cursos estão disponíveis no site da FMP/Fase, na área de “Extensão”. www.fmpfase.edu.br/extensao

Fase promove curso de Pães e Pizzas Gourmets em junho


Uma das mais apreciadas em todo o mundo, a culinária italiana também faz bastante sucesso no Brasil, principalmente quando se fala em pizzas e pães. Seja por conta da grande presença de imigrantes italianos em nosso país, seja pelo sabor marcante dos pratos, o fato é que se trata de um tema importante para estudantes de gastronomia e nutrição, além, é claro, de amantes da boa comida.

Pensando nisso, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto promove, nos dias 26 e 27 de junho, das 18h às 22h, o curso de extensão em “Pães e Pizzas Gourmets”, que tem o objetivo de ensinar receitas da culinária italiana, apresentando ingredientes e formas específicas de preparo. As aulas serão realizadas no laboratório de Nutrição, no campus da FMP/Fase.

O curso será coordenado pela gastrônoma Ana Salles, que é especialista em culinária italiana pelo Italian Culinary Institute for Foreigners (ICIF). Ana também tem experiência de 13 anos como chef, consultora e professora, tendo passado por cozinhas renomadas do Rio de Janeiro e São Paulo, além do prestigiado Mugaritz, do chef Adoni Luis Adoriz, na Espanha.

Com carga horária de 8h, a programação do curso prevê o ensino de receitas como focaccia, massas de pizza (sem glúten, integral e tradicional), recheios gourmets variados, entre outras.  Mais informações e as inscrições, que estarão abertas até o dia 22 de junho, estão disponíveis no site www.fmpfase.edu.br

Homenagem aos 50 anos


A Supervisora Geral da FMP/Fase, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, recebe a homenagem do presidente do Rotary Clube Petrópolis, Sydnei Vieira Gomes e do diretor da Pestalozzi, Luiz Fernando Soter, acompanhada do diretor da FMP, Paulo Cesar Guimarães a sua esquerda, e do diretor financeiro da instituição, Afonso de Resende Chaves.  
 
A Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase) recebeu na segunda-feira (18), uma homenagem do Rotary Clube Petrópolis pelos seus 50 anos, comemorados no final de 2017. Na reunião festiva realizada pelo clube, no Hotel Solar do Império, o atual presidente, Sydnei Vieira Gomes, prestigiou a instituição, que é reconhecida por sua excelência no ensino e por sua forte atuação na saúde do município.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Medicina regenerativa atrai interesse de alunos ainda na graduação


Se antes parecia pertencer a um futuro distante, a medicina regenerativa hoje é estudada com interesse pelos futuros profissionais de saúde. Conceitos básicos da tecnologia de manipulação de células aplicadas em terapias, aspectos da biologia celular, controles de qualidade de produção necessários à segurança do paciente e às exigências legais para a infraestrutura laboratorial, incluindo as normas das boas práticas de fabricação e de biossegurança, são pontos de estudos. Na Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase), cresce o interesse em torno da disciplina “Medicina regenerativa: manipulação in vitro de células para aplicações clínicas”.

“O estudo provavelmente fará parte da rotina dos alunos de Medicina, Enfermagem, Odontologia e demais áreas de saúde, na medida em que as evidências científicas e os aspectos regulatórios fundamentarem e possibilitarem a utilização de células. Caberá ao futuro profissional entender a fundamentação técnica científica para poder indicar ou acompanhar um tratamento com a medicina regenerativa. Ela pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes e diminuir o custo social da medicina, particularmente nas degenerações associadas ao envelhecimento”, diz Esther Takamori, professora da disciplina eletiva da FMP/Fase.

Com 12 alunos de Enfermagem e Medicina, a turma está concluindo o semestre. As aulas práticas acontecem nos laboratórios do Centro de Medicina Regenerativa da faculdade (CMR), coordenado pelo pesquisador Radovan Borojevic. Esther Takamori e Rosana Bizon Vieira Carias são professoras e pesquisadoras do CMR. O material estudado pelos alunos é preparado especificamente para o ensino, e não é utilizado nas pesquisas médicas que ocorrem no CMR. O objetivo é fazer com que os alunos tenham esse primeiro contato com a pesquisa em medicina regenerativa, e o interesse despertado para a área.

“No laboratório, podemos ver como a manipulação in vitro é um processo delicado, que precisa de cautela e muito conhecimento. Quando estamos ali, nos sentimos parte de um trabalho fantástico, vemos o processo científico de uma forma diferente e podemos participar dele. O contato com a experiência foi esclarecedor, ao abrir nosso campo de visão para uma área da medicina pouco divulgada e que já apresenta um avanço grande. Não sei se no futuro trabalharei em um laboratório, mas com certeza quero aprender mais sobre o assunto e incentivarei os meus futuros pacientes a usufruírem desse ramo da medicina, que se mostra eficiente e promissor”, completa a estudante de Medicina, Danielle Muniz.

Ela e os colegas acompanham situações-problema, para identificar a melhor forma de tratamento a partir do caso clínico apresentado, com base na aplicação de terapia celular e bioengenharia. Antes, viram como se portar dentro do laboratório e a aplicar conceitos básicos de biossegurança. Nada de acessórios, como bijuterias, e calçados abertos. Para entrar na área de manipulação celular, é preciso vestir jaleco, luvas, protetores de calçados, touca e máscara, além de seguir dez passos de higienização das mãos. Todo o cuidado é para evitar a contaminação das células e das pessoas que as manipulam, e para aprender como manusear e descartar os materiais biológicos. O trabalho é minucioso: ao abrir e fechar cada garrafinha, por exemplo, não se pode encostar, mesmo com luva, o dedo nos bocais.

“As aulas são muito boas. A teoria é dada sempre de modo a esclarecer como funciona a célula e, através disso, explicar o funcionamento do laboratório e o porquê das etapas e protocolos a serem seguidos durante a manipulação celular. Então tudo está interligado, e faz bastante sentido, o que desperta o interesse pela disciplina”, acrescenta a estudante Danielle Muniz.

A professora Rosana Carias explica que nas aulas teóricas há a fundamentação básica das tecnologias de manipulação e cultivo de células humanas in vitro, aplicadas tanto nos estudos de biologia e patologia celular humana, como no preparo de produtos de terapias celulares avançadas: “Também são abordadas as exigências legais para a captação de células e tecidos humanos para uso científico ou clínico, e para a infraestrutura laboratorial necessária na manipulação de células destinadas à terapia ou à pesquisa clínica.”
 

“A medicina regenerativa não é coisa do futuro. Estamos vivendo isso. O potencial terapêutico já é amplo nas áreas de degeneração ou trauma, no sistema musculoesquelético, incluindo a medicina da prática dos esportes, e nos tecidos de recobrimento. Os resultados dependerão da extensão, tamanho e localização das lesões, da idade do paciente, doenças pré-existentes e condição sistêmica. A medicina regenerativa é individual. A indicação da terapia e o seu sucesso dependem amplamente da formação e experiência do médico e da qualidade de equipe. Vários estudos clínicos, obedecendo os critérios de inclusão do paciente, já têm sido realizados na regeneração de tecidos como a cartilagem, osso e pele, com resultados significantemente melhores do que aqueles obtidos com as terapias convencionais”, ressalta Esther Takamori.
 
As professoras dizem que as possibilidades clínicas para o uso da terapia em outras áreas do corpo avançam, junto com as pesquisas. Recentemente, o grupo publicou um artigo científico sobre o tratamento de reabsorções na articulação temporomandibular, associadas a deformidades dentofaciais, com a utilização de células obtidas da cartilagem do septo nasal, junto com Karla Menezes e Ricardo Tesch, também professores da FMP/Fase.