segunda-feira, 6 de julho de 2015

Medicina em destaque



O médico Paulo Cesar Guimarães, diretor da Faculdade de Medicina de Petrópolis e o aluno Pedro Ivo Gonçalves, que está no último ano da graduação, visitaram uma turma de curso preparatório para vestibular, no Centro da cidade, para falar sobre os aspectos mercadológicos da profissão. A turma foi criada especialmente para atender à demanda de pessoas interessadas em participar do processo seletivo da faculdade.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Programação Fase TV - Semana 5 a 11 de julho de 2015


·         Programa ARTE & CULTURA                 Tema: Cello Ensemble Berlin

o   O grupo formado por jovens violoncelistas promissores, e já premiado, alunos e ex-alunos da classe de Matias de Oliveira Pinto, um dos mais renomados professores de violoncelo da Faculdade de Música de Münster e da Universidade das Artes de Berlim, na Alemanha, veio pela primeira vez à Petrópolis, iniciando a temporada 2015 da Sociedade Artística Villa-Lobos. O episódio conta a trajetória do Maestro, o início e a rotina do grupo e também o concerto apresentado por eles.



·         Programa MINUTO FASE                       Tema: Reforma Ambulatório HAC

o   Aprimorar as atividades didáticas e profissionais desenvolvidas no Hospital de Ensino Alcides Carneiro e Contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento prestado à população. Esses são os principais objetivos da parceria realizada pela FMP/Fase com a Prefeitura de Petrópolis na área de saúde. Parceria que garantiu a reestruturação do Ambulatório Doutor Wilson Martelli. O espaço, que há muito tempo não passava por uma reforma, teve portas, janelas, instalações elétricas, piso e pintura recuperados. Além de garantir melhores condições de treinamento para alunos e atendimento para os pacientes, a readequação do ambulatório também permite a ampliação das especialidades médicas oferecidas.

·         Programa AO REDOR                                   Tema: Crimes Ambientais, Efeito Estufa e Alfaiates.

o   Representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente alertam para a necessidade de estratégias internacionais para combater os crimes ambientais. O programa revela também que o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera bateu novo recorde, intensificando o fenômeno conhecido como “forçamento radiativo”. O episódio mostra ainda como as oficinas de tecelagem e alfaiataria estão



·         Programa FAIXA INTERATIVA             EM QUESTÃO – Tema: Ressonância

·         A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. Ela funciona como um estímulo, ajudando cada um de nós, a entrar em ação.  Mas em excesso, ela faz exatamente o contrário: impedindo nossas reações. E quando se torna constante e desproporcional aos acontecimentos, pode se transformar em um transtorno, causando sofrimento e interferindo na qualidade de vida.


·         Programa Em Questão                         Tema: Aborto e Saúde Pública

o   O aborto é uma questão polêmica e que divide opiniões. Mas, para além da fé ou da filosofia, existem os fatos. Atualmente no Brasil acontecem mais de 1 milhão de abortos e duzentas e cinquenta mil internações por complicações de procedimentos clandestinos.  O programa conta com a participação da pesquisadora da ABIA, Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS, e coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política, Sonia Corrêa.





·         Programa TOME CIÊNCIA                    Tema: Câncer

·         “Aquela doença”, o misterioso câncer, era uma doença ao qual, algum tempo atrás, ninguém ousava dizer o nome. Doença que não é só uma por sinal, por existem cerca de 200 tipos de câncer. No momento em que o homem já desenvolveu o DBA, o genoma humano, e aspectos os mais detalhados dos funcionamentos celulares, porque ainda não se alcançou a cura do câncer? É bem verdade que, em alguns tipos, o percentual de cura já chegou a 80 por cento. Os especialistas convidados por – por acaso todas as mulheres – falam sobre o conhecimento acumulado da ciência sobre a doença também esclarecem se estamos no caminho da cura. No mínimo para acabar com o preconceito com “aquela doença”, o programa busca desvendar os mistérios do câncer.







·         Programa LIGADO EM SAÚDE            Tema: Labirintite

o   É muito comum chamar de labirintite sintomas como: tontura, vertigem e zumbido no ouvido. O que muita gente não sabe é que labirintite propriamente dita é rara e o que as pessoas costumam ter, são outros tipos de distúrbios que também afetam o labirinto, mas que tem outras características.






·         Programa CIÊNCIA & LETRAS                  Tema: Saúde e Jornalismo


o   Desde a sua criação o SUS, Sistema Único de Saúde, tem estado em meio a um campo de tensões. Que, às vezes, polariza defensores ferrenhos de um lado e críticos vorazes de outro. Gestores, políticos, usuários, imprensa, apresentam uma multiplicidade de perspectivas sobre o que é e o que deveria ser o sistema, catalisando debates inflamados.



·         Programa NA ESTRADA                                            Tema: Campo Bom/ Novo Hamburgo RS


o   Água. Ela serve para beber, para tomar banho e para muitas outras coisas. Mais em um projeto inovador, em Campo Bom, no Rio Grande do Sul, ela é usada para fortalecer a relação entre pais e seus filhos bebês. É o Hidromami, que o Canal Saúde na Estrada mostra como funciona.




·         Programa EM FAMÍLIA                       Tema: Gravidez Tardia

o   Entre 2003 e 2012, o número de gestantes com mais de 40 anos aumentou quase 18%. São dados do IBGE sobre uma transformação social que parece irreversível. Mais o que é que muda com mais vivência nessa idade? Quais os riscos, os prós e os contras de ser mãe na maturidade? É isso que o Em Famíla discute neste episódio.





·         Programa UNIDIVERSIDADE                              Tema: Maioridade Penal


Em meio ao debate nacional sobre a redução da maioridade penal, o Unidiversidade aborda o tema, tendo como ponto de partida a Constituição Brasileira, que reconhece como prioridade a proteção especial às crianças e aos adolescentes.

A escolha por uma pós-graduação


Levi de Souza

Hoje, um curso superior, em especial os de Gestão (bacharel e tecnológico), está muito acessível em diversas plataformas (presenciais e a distância), assim como inúmeras instituições oferecem cursos superiores de diversas especificidades.  O que há em comum em quase todas as formações é o trabalho ou a aplicação em organizações, sejam públicas, privadas ou do terceiro setor.  E que estas precisam ser mais eficientes em seus processos e nos resultados proporcionados.  
A meta é gerar resultados e valores que atendam aos objetivos da organização e, ao mesmo tempo, atendam às exigências por qualidade, responsabilidade, sustentabilidade e diversidade que a sociedade global demanda ou exige. 
As organizações precisam de pessoas que saibam lidar com essas variáveis e conduzir seus processos dentro do desafiante cenário. É neste ponto que uma boa formação em gestão, em especial uma pós-graduação em Administração (MBA), pode contribuir para o profissional enxergar, de forma mais acurada, as suas respectivas áreas de atuação e melhorar o planejamento das ações, a organização dos recursos (geralmente limitados ou escassos), a liderança de equipe e a avaliação dos processos e resultados.
Um bom curso de pós-graduação em Administração gera ao profissional condições técnicas e contextuais (melhor interpretação dos ambientes interno e externo), assim como habilidades interpessoais para conduzir as pessoas aos objetivos da organização e ao seu próprio autodesenvolvimento. Afirmo, com segurança, que este profissional será disputado no mercado de trabalho com salários condizentes ou proporcionais ao valor que conseguir gerar para a organização e para a sociedade. E uma boa pós-graduação o especializa nessas áreas com técnicas e tecnologias sem deixá-lo preparado também para entender o todo que compõe uma empresa. 
Os MBAs que mais têm sido demandados pelo mundo do trabalho têm relação com as áreas de gestão dos negócios ou modelos de negócios (com enorme ênfase no empreendedorismo); gestão de projetos; gestão de pessoas e carreiras; gestão financeira e de riscos. Podemos mencionar outros, mas esses, em sua essência, trazem o mix do mundo global: competitividade, avaliação de projetos, inovação (pessoas), viabilidade (econômica financeira) e entrega (logística). Tudo isso, sem esquecer de questões como sustentabilidade, diversidade e responsabilidade social, geralmente presentes nas grades dos bons MBAs. 
Neste cenário, o trainee precisa ser um ator ativo e não passivo de sua formação. Hoje, o autodesenvolvimento e o senso de visão de oportunidade são ingredientes importantíssimos para as empresas terem valores que, mesmo com todo aparato tecnológico, ainda fazem parte do elemento humano. Mas para quem sabe usá-lo ou aplicá-lo. 
É por isso que o jovem precisa entender que não se trata apenas de obter um título a mais em seu currículo. É preciso estar atento a outras questões que um bom MBA deve orientar, além do conhecimento e habilidade. São as atitudes e comportamentos sociais, respeitando e valorizando a ética, o empreendedorismo, a visão e oportunidade para novos negócios ou inovações nos processos já existentes.
A escolha de um bom curso de MBA também pode proporcionar um "miniprocesso seletivo", pois muitos alunos de uma determinada turma já podem estar no mercado de trabalho, em cargos de gerência ou de direção. Assim, um aluno que mostra bom desempenho nos conteúdos e no comportamento, pode estar sendo analisado pelos seus próprios colegas de turma e, nesse networking, surgirem propostas de trabalho. É muito importante para o pretendente a fazer uma pós-graduação ficar atento a isso. E o aluno deve procurar um curso que desperte sua inteligência o suficiente para perceber onde há oportunidade de mudar para o novo negócio ou de transformar (inovar, empreender) o que já existe nos processos da empresa.   
* Professor, coordenador do curso de Administração (graduação e pós-graduação) e dos Cursos Superiores em Tecnologia de Gestão (Recursos Humanos, Gestão Pública e Gestão Ambiental) da Faculdade Arthur Sá Earp Neto (Fase). 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

FMP/Fase reúne funcionários para treinamento sobre acessibilidade



A FMP/Fase promoveu, na última quarta-feira (24), um treinamento com os funcionários da faculdade para orientações sobre acessibilidade de pessoas com deficiência ao campus. Foram explicadas as instalações que a faculdade oferece e a maneira correta de se comportar diante de uma situação que envolva um deficiente. Alguns funcionários puderam vivenciar, mesmo que por alguns minutos, as dificuldades enfrentadas por pessoas com cegueira, surdez e deficiência física.
“Despertou muito a minha sensibilidade em relação a esse problema que acontece na vida das pessoas e, às vezes, a gente passa tão insensível a isso. É uma dificuldade muito grande em pequenas coisas. No meu caso, eu tive que usar só um braço, então dificulta muito, requer muito mais tempo e nem sempre você vai encontrar pessoas com paciência para te esperar. A gente tem que pensar que ninguém está livre disso”, comentou Silvia Monerat, recepcionista.
A auxiliar de serviços gerais, Elisângela de Oliveira Souza, teve que aprender a lidar com a deficiência desde cedo, pois o irmão ficou surdo ao contrair meningite aos 11 anos de idade. “É importante a gente saber como agir e saber também que eles não gostam de ser tratados com indiferença. Hoje em dia a gente lida com ele com a maior normalidade possível, mas assim que ele ficou surdo dos dois ouvidos foi uma dificuldade tamanha, porque ele falava as coisas e a gente perguntava se ele estava brincando”, revelou Elisângela.
Segundo dados de 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 23,9% da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Desses, 57,2% são deficientes visuais, 22,1% têm deficiência física, 15,4% auditiva e 5,3% são deficientes mentais.
Consciente dessa realidade, a FMP/Fase investiu na eliminação de barreiras arquitetônicas, criou o Programa de Assessoria Psicopedagógica, disponibiliza recursos para auxiliar na realização do vestibular pelo candidato com deficiência, adequou seus critérios de avaliação do desempenho do estudante, incluindo estratégias que consideram as especificidades de cada aluno, e capacita continuamente seus funcionários na linguagem de sinais e no atendimento especializado aos alunos com necessidades especiais.  
“A disseminação desses conhecimentos é fundamental para que todos possam auxiliar quando aparecer um problema pela frente. Esse trabalho é fruto da preocupação em atender cada vez mais e da melhor forma possível as pessoas diferentes, as pessoas que têm deficiência visual, auditiva, intelectual ou mental e oferecer para elas as mesmas condições de uma pessoa comum”, explicou a professora Ana Helena Goldenstein, psicopedagoga da instituição.
A faculdade disponibiliza, inclusive, vagas reservadas no estacionamento, telefone público e bebedouro com altura adequada para pessoas em cadeira de rodas, rampas com corrimãos, elevador com sinalização em Braile, banheiros de uso exclusivo, cadeiras para obesos e cadeiras para canhotos em salas de aula e computadores específicos para deficientes visuais. A FMP/Fase também mantém uma cartilha atualizada com orientações sobre acessibilidade no campus, disponível para consulta nos balcões de atendimento e no site da faculdade.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Projeto da FMP/Fase tem como foco a humanização do ensino da Medicina



A equipe da Unidade de Saúde da Família, do bairro Estrada da Saudade, visitou a FMP/Fase esta semana, junto com alguns pacientes atendidos pelo posto, para conhecerem as instalações do campus da faculdade. A visita faz parte do projeto “Aprendendo com Helena”, que tem como objetivo humanizar a relação entre pacientes e alunos, como forma de agradecimento por poderem frequentar suas casas e assim complementarem melhor seus estudos.
“Os alunos estão fazendo o reverso, apresentando a faculdade, ou seja, a casa deles para os pacientes. Tudo isso no sentido de o aluno entender que o mais importante é manter uma relação sempre com o paciente, uma relação em que a comunicação exista, que eles tenham uma escuta ativa desse paciente, que eles compreendam as necessidades que esses pacientes têm”, disse Adriana Papinutto, professora da FMP/Fase.
O projeto, idealizado pela agente comunitária de saúde Suely Meira, que atua na Unidade de Saúde da Família, junto com a equipe Estrada da Saudade I, leva o nome “Aprendendo com Helena” em homenagem póstuma a Helena Fernandes, que foi acompanhada de forma contínua em consultas e visitas domiciliares, o que proporcionou aos alunos e à equipe envolvida dados importantes sobre sua história de vida, sua família e a evolução de sua condição clínica.
“A dona Helena sempre recebeu as pessoas muito bem na casa dela e eu queria uma forma de agradecer.  Então, surgiu a ideia de fazer um agradecimento às pessoas da comunidade, às pessoas que recebem os alunos, porque quando eles recebem os alunos em casa, eles nunca sabem exatamente se eles são alunos, médicos ou se trabalham em algum hospital. Dessa forma, conhecendo a faculdade, eles passam a saber exatamente de onde eles são e é muito importante essa ligação”, explicou Suely.
Para a estudante Rafaela Lima, que está cursando o 1º ano de Medicina da FMP/Fase, é importante ter contato com o paciente desde o início do curso, para que percebam o lado humano da profissão. “Eu acho muito importante ter esse contato com o paciente desde cedo, porque a gente aprende não só a estudar aquela matéria, aquele conhecimento técnico, mas também a lidar com o paciente, com uma formação muito mais humana”, disse.
Os pacientes que visitaram o campus aprovaram o projeto de integração entre as famílias e os alunos. “Achei muito bonito aqui. A faculdade é uma coisa muito importante na cidade e para todos os alunos que estão estudando”, comentou Maurílio Pereira, um dos convidados a conhecer a faculdade.