quarta-feira, 20 de junho de 2018

Excel, Marketing Digital e Depressão são temas de cursos de férias da Fase


Com o objetivo de oferecer qualificação profissional a preços acessíveis, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) está com inscrições abertas para os cursos de férias em diversas áreas, que serão realizados em julho.

Dentre os cursos oferecidos, destacam-se: Depressão – sofrimento psíquico sem objeto, Marketing Digital, Excel básico e avançado. Voltadas para alunos e pessoas interessadas em atualização de conhecimento, as aulas serão ministradas no campus da FMP/Fase.

A ideia do curso “Depressão – sofrimento psíquico sem objeto”, que será realizado nos dias 14, 21 e 28 de julho, das 14h às 17h, é fazer com que o estudante reflita sobre a construção do sentido de angústia e seu deslocamento até o sentido psiquiátrico da depressão.

Com aulas nos dias 16 e 17 de julho, das 19h às 22h, o curso “Excel básico” vai abordar os fundamentos deste famoso editor de planilhas da Microsoft, que é uma ferramenta muito requisitada no mercado de trabalho. Já “Excel avançado”, nos dias 18 e 19 de julho, das 19h às 22h, é voltado para aqueles que conhecem o software e querem aprofundar o conhecimento.

A FMP/Fase também vai oferecer um curso para as pessoas interessadas em aprender mais sobre marketing digital ou como profissionalizar suas redes sociais, que será realizado nos dias 17, 18 e 19 de julho, das 19h às 22h.

Outras informações e as inscrições estão disponíveis no site da FMP/Fase: www.fmpfase.edu.br  

Estão abertas as inscrições para os cursos de férias da Fase


A Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) oferece, nos meses de julho e agosto, oportunidades a alunos e pessoas interessadas em adquirir novos conhecimentos durante os cursos de férias, todos com rápida duração e a preços acessíveis.

Ao todo, são 13 cursos em áreas como saúde, psicologia, marketing, administração, informática e gastronomia. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas no site da FMP/Fase: www.fmpfase.edu.br

Dentre os conteúdos oferecidos, destaca-se o curso “Pitadas, temperos e aromas”, no dia 31 de julho, das 18h às 22h, que vai abordar a cozinha tradicional brasileira, com requinte e criatividade, atualizando receitas e elaborando pratos saborosos.

Já o curso “Qualidade no atendimento ao cliente”, com aulas em 31 de julho e 02 de agosto, das 19h às 21h, é voltado para pessoas interessadas em adquirir ou aprimorar conhecimentos sobre esse que é um diferencial competitivo, fundamental para os negócios, ainda mais em tempos de clientes cada vez mais exigentes.

No dia 01 de agosto, das 09h às 13h, é a vez do curso “Emergências Obstétricas: hemorragia pós-parto”, com a finalidade de revisar a teoria e simular a prática da hemorragia pós-parto, que é uma das principais situações emergenciais durante a assistência ao parto de risco habitual. O público-alvo são enfermeiros obstetras, alunos e residentes de Enfermagem e Medicina, estudantes e técnicos de Enfermagem, além de pós-graduandos em Enfermagem Obstétrica.

Fase promove curso de Pães e Pizzas Gourmets em junho


Uma das mais apreciadas em todo o mundo, a culinária italiana também faz bastante sucesso no Brasil, principalmente quando se fala em pizzas e pães. Seja por conta da grande presença de imigrantes italianos em nosso país, seja pelo sabor marcante dos pratos, o fato é que se trata de um tema importante para estudantes de gastronomia e nutrição, além, é claro, de amantes da boa comida.

Pensando nisso, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto promove, nos dias 26 e 27 de junho, das 18h às 22h, o curso de extensão em “Pães e Pizzas Gourmets”, que tem o objetivo de ensinar receitas da culinária italiana, apresentando ingredientes e formas específicas de preparo. As aulas serão realizadas no laboratório de Nutrição, no campus da FMP/Fase.

O curso será coordenado pela gastrônoma Ana Salles, que é especialista em culinária italiana pelo Italian Culinary Institute for Foreigners (ICIF). Ana também tem experiência de 13 anos como chef, consultora e professora, tendo passado por cozinhas renomadas do Rio de Janeiro e São Paulo, além do prestigiado Mugaritz, do chef Adoni Luis Adoriz, na Espanha.

Com carga horária de 8h, a programação do curso prevê o ensino de receitas como focaccia, massas de pizza (sem glúten, integral e tradicional), recheios gourmets variados, entre outras.  Mais informações e as inscrições, que estarão abertas até o dia 22 de junho, estão disponíveis no site www.fmpfase.edu.br

Homenagem aos 50 anos


A Supervisora Geral da FMP/Fase, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, recebe a homenagem do presidente do Rotary Clube Petrópolis, Sydnei Vieira Gomes e do diretor da Pestalozzi, Luiz Fernando Soter, acompanhada do diretor da FMP, Paulo Cesar Guimarães a sua esquerda, e do diretor financeiro da instituição, Afonso de Resende Chaves.  
 
A Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase) recebeu na segunda-feira (18), uma homenagem do Rotary Clube Petrópolis pelos seus 50 anos, comemorados no final de 2017. Na reunião festiva realizada pelo clube, no Hotel Solar do Império, o atual presidente, Sydnei Vieira Gomes, prestigiou a instituição, que é reconhecida por sua excelência no ensino e por sua forte atuação na saúde do município.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Medicina regenerativa atrai interesse de alunos ainda na graduação


Se antes parecia pertencer a um futuro distante, a medicina regenerativa hoje é estudada com interesse pelos futuros profissionais de saúde. Conceitos básicos da tecnologia de manipulação de células aplicadas em terapias, aspectos da biologia celular, controles de qualidade de produção necessários à segurança do paciente e às exigências legais para a infraestrutura laboratorial, incluindo as normas das boas práticas de fabricação e de biossegurança, são pontos de estudos. Na Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase), cresce o interesse em torno da disciplina “Medicina regenerativa: manipulação in vitro de células para aplicações clínicas”.

“O estudo provavelmente fará parte da rotina dos alunos de Medicina, Enfermagem, Odontologia e demais áreas de saúde, na medida em que as evidências científicas e os aspectos regulatórios fundamentarem e possibilitarem a utilização de células. Caberá ao futuro profissional entender a fundamentação técnica científica para poder indicar ou acompanhar um tratamento com a medicina regenerativa. Ela pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes e diminuir o custo social da medicina, particularmente nas degenerações associadas ao envelhecimento”, diz Esther Takamori, professora da disciplina eletiva da FMP/Fase.

Com 12 alunos de Enfermagem e Medicina, a turma está concluindo o semestre. As aulas práticas acontecem nos laboratórios do Centro de Medicina Regenerativa da faculdade (CMR), coordenado pelo pesquisador Radovan Borojevic. Esther Takamori e Rosana Bizon Vieira Carias são professoras e pesquisadoras do CMR. O material estudado pelos alunos é preparado especificamente para o ensino, e não é utilizado nas pesquisas médicas que ocorrem no CMR. O objetivo é fazer com que os alunos tenham esse primeiro contato com a pesquisa em medicina regenerativa, e o interesse despertado para a área.

“No laboratório, podemos ver como a manipulação in vitro é um processo delicado, que precisa de cautela e muito conhecimento. Quando estamos ali, nos sentimos parte de um trabalho fantástico, vemos o processo científico de uma forma diferente e podemos participar dele. O contato com a experiência foi esclarecedor, ao abrir nosso campo de visão para uma área da medicina pouco divulgada e que já apresenta um avanço grande. Não sei se no futuro trabalharei em um laboratório, mas com certeza quero aprender mais sobre o assunto e incentivarei os meus futuros pacientes a usufruírem desse ramo da medicina, que se mostra eficiente e promissor”, completa a estudante de Medicina, Danielle Muniz.

Ela e os colegas acompanham situações-problema, para identificar a melhor forma de tratamento a partir do caso clínico apresentado, com base na aplicação de terapia celular e bioengenharia. Antes, viram como se portar dentro do laboratório e a aplicar conceitos básicos de biossegurança. Nada de acessórios, como bijuterias, e calçados abertos. Para entrar na área de manipulação celular, é preciso vestir jaleco, luvas, protetores de calçados, touca e máscara, além de seguir dez passos de higienização das mãos. Todo o cuidado é para evitar a contaminação das células e das pessoas que as manipulam, e para aprender como manusear e descartar os materiais biológicos. O trabalho é minucioso: ao abrir e fechar cada garrafinha, por exemplo, não se pode encostar, mesmo com luva, o dedo nos bocais.

“As aulas são muito boas. A teoria é dada sempre de modo a esclarecer como funciona a célula e, através disso, explicar o funcionamento do laboratório e o porquê das etapas e protocolos a serem seguidos durante a manipulação celular. Então tudo está interligado, e faz bastante sentido, o que desperta o interesse pela disciplina”, acrescenta a estudante Danielle Muniz.

A professora Rosana Carias explica que nas aulas teóricas há a fundamentação básica das tecnologias de manipulação e cultivo de células humanas in vitro, aplicadas tanto nos estudos de biologia e patologia celular humana, como no preparo de produtos de terapias celulares avançadas: “Também são abordadas as exigências legais para a captação de células e tecidos humanos para uso científico ou clínico, e para a infraestrutura laboratorial necessária na manipulação de células destinadas à terapia ou à pesquisa clínica.”
 

“A medicina regenerativa não é coisa do futuro. Estamos vivendo isso. O potencial terapêutico já é amplo nas áreas de degeneração ou trauma, no sistema musculoesquelético, incluindo a medicina da prática dos esportes, e nos tecidos de recobrimento. Os resultados dependerão da extensão, tamanho e localização das lesões, da idade do paciente, doenças pré-existentes e condição sistêmica. A medicina regenerativa é individual. A indicação da terapia e o seu sucesso dependem amplamente da formação e experiência do médico e da qualidade de equipe. Vários estudos clínicos, obedecendo os critérios de inclusão do paciente, já têm sido realizados na regeneração de tecidos como a cartilagem, osso e pele, com resultados significantemente melhores do que aqueles obtidos com as terapias convencionais”, ressalta Esther Takamori.
 
As professoras dizem que as possibilidades clínicas para o uso da terapia em outras áreas do corpo avançam, junto com as pesquisas. Recentemente, o grupo publicou um artigo científico sobre o tratamento de reabsorções na articulação temporomandibular, associadas a deformidades dentofaciais, com a utilização de células obtidas da cartilagem do septo nasal, junto com Karla Menezes e Ricardo Tesch, também professores da FMP/Fase.