sexta-feira, 21 de março de 2014

Conheça os grafiteiros que participarão da ação em descomemoração aos 50 anos do Golpe Militar

A partir do tema da nova exposição do Centro Cultural FASE - FMP, "Fica decretado que agora vale a verdade", 10 grafiteiros de diversos estados brasileiros participarão do Cellograff Brasil Especial em descomemoração aos 50 anos do Golpe Militar, no sábado(22), das 10 às 15h, na praça D. Pedro.


Na ocasião, artistas da cidade poderão se juntar a essa grande ação em prol dos Direitos Humanos e levar sua arte à praça, de forma voluntária, seja através da dança, teatro, música, pintura, entre outras intervenções.

Conheça um pouco sobre cada grafiteiro:

Danielle Aparecida Casimiro Silva (Splac)
Começou a pintar em 2012 nas ruas de Petrópolis, onde desenvolve letras na forma de figuras geométricas coloridas.
 
Lya  Silveira Alves (Lya Alves)
Artista urbana e grafiteira. Começou a pintar em 2002 e a grafitar em 2008.  O eixo temático do seu trabalho é alienação, coisificação e fetichismo, e suas obras promovem reflexões e críticas ácidas sobre o consumismo através de antropomorfismos e fábulas visuais. Seus murais mais importantes são da Fundação Roberto Marinho, do Teatro Ziembinski, do 2º e 3° Kolirius Internacional, em Macaé,  do Arte na Faixa, do 4°Baixada Style, e o da Operação Mais Respeito, em Niterói.

Rafael Caldeira dos Santos (Odrus)
Conheceu o grafite em 2001, através de revistas e blackbooks onde teve acesso a referências e decidiu adaptar seus personagens à letra no estilo Wild Style.



Rafael Fortuna Barão (Rafael SE7)
Nascido e criado em Pirituba, periferia de São Paulo, Rafael SE7 já despertava interesse pela arte na infância. Aos 18 anos teve seu primeiro trabalho profissional como arte-educador, dando sequência à carreira participando e produzindo diversos projetos culturais e exposições. Tem como principal característica artística não se prender a estilos.
 
Rodrigo Henter (AK47)
Rodrigo Henter, artista auto entitulado AK47, nasceu em Petrópolis e teve contato com o grafite durante a faculdade de Design. Depois de 5 anos tendo a arte apenas como hobby, decidiu se dedicar somente ao que julga ter sentido. Em 2013, vendeu tudo o que tinha, incluindo até mesmo suas roupas, e partiu para um projeto de viagem pelo mundo para viver a cultura de rua em diferentes cidades. Após passar uma temporada em Nova York, começa 2014 arrumando as malas para destinos ainda mais distantes.


Breno Carneiro (Ramé)

Começou no grafite aos nove anos de idade e, desde então, não parou mais. Dentre todos os objetivos, o principal é ser o mais profissional possível e alcançar um nível superior ao de ontem. É artista plástico e tem o trabalho voltado para o cartoon, para o vetor. Ramé busca inspiração em grandes artistas nacionais e internacionais ,que acabam lhe permitindo uma visão ampla sobre técnicas e estilos. Espera juntar todas as influências, formando assim seu próprio estilo e valorizando cada vez mais seu trabalho.

 



André Theisen (FOKS)

Há 15 anos na caminhada do grafite, na cidade de Petrópolis, FOKS, que tem um estilo bem variado, seja com a criação de personagens ou na elaboração de letras com estilos diferentes, foi responsável por muitas pinturas na cidade e fora dela, participações em importantes eventos que fortaleceram a cultura hip-hip na serra, e tem expressiva participação na evolução do grafite na Cidade Imperial.
 
Felipe dos Santos Barbosa Morais (FelipeTalu)  
É escritor de grafite há cerca de 14 anos e sempre se dedicou à prática das letras wild style, pelo fato de achá-las um cartão de apresentação do grafite, sua identidade e sua raiz. Talu é um dos pioneiros da arte em Petrópolis e no interior Fluminense, participando de inúmeros eventos no Brasil, representando o coletivo Culturap.

Marcio de Oliveira Pacheco (Marcio Bunys) 
Marcio de Oliveira Pacheco, conhecido como Marcio Bunys, é nascido e criado na Baixada Fluminense. Quando criança, já gostava de rabiscar as paredes e móveis de sua casa. Aos 16 anos, conheceu a pichação carioca onde adquiriu gosto em deixar sua marca pelas ruas da cidade. Em 2000 conheceu o grafite, que para ele serviu como válvula de escape da pichação e de seu estilo de vida.

Hoje, trabalha com as vertentes dessa arte urbana e é sócio-proprietário de um estúdio de grafite na zona sul do Rio de Janeiro. Seus trabalhos têm base em seres e formas da natureza, onde os transforma e fantasia com elementos e histórias reais ou imaginárias.

André Lourenço (KAJAMAN)
André Lourenço, conhecido como Kajaman, vem desde 2000 se aprofundando em estudos dentro do grafite-arte. Nesse tempo se adaptou ao estilo de ilustração vetorial. Suas obras são inspiradas no comportamento infantil, raízes afro-latinas e elementos da natureza."

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Departamento de Comunicação Faculdade Arthur Sá Earp Neto e Faculdade de Medicina de Petrópolis