sexta-feira, 18 de maio de 2018

Fase promove Semana de Administração e Recursos Humanos com palestras gratuitas

Do dia 22 ao dia 24 de maio, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase) vai promover a Semana de Administração e Recursos Humanos. O evento gratuito é aberto ao público e irá contar com várias palestras sobre o cenário econômico e profissional de cada área.
O evento terá início no dia 22, às 19h, na Sala Arthur de Sá Earp Neto, com uma palestra sobre as “Tendências organizacionais no campo da gestão da saúde: relatos e experiências”. A prof.ª Maria de Fátima Ribeiro dos Santos, administradora e pós-graduada na área de gestão de serviços de saúde e em Recursos Humanos, vai dividir sua experiência com os participantes. Logo após, será realizada a apresentação e discussão do tema da gestão da saúde pelos administradores Victor Amaro, Rodrigo Rocha e Aluísio Pinheiro, formados na FMP/Fase.
No dia 23, também às 19h, “Negociação e administração do conflito nas organizações” será o tema explorado na palestra do prof.º Luiz Antonio Macedo, mestre em Administração e professor da Fundação Getúlio Vargas. Em seguida, o professor Jalme Pereira, administrador, pós-graduado em Marketing, Gestão Universitária e Segurança do trabalho, especialista em coaching e pesquisador do comportamento das lideranças, vai falar sobre “A busca por excelência e competências exigidas pelo mundo do trabalho”.
 
Para encerrar o evento, no dia 24, a palestra ministrada pelo professor Alessandro Orofino, administrador e mestre em Administração, coordenador do curso de ADM da Universidade Veiga de Almeida, vai frisar os “Novos cenários e os desafios na atuação da administração de organizações”, e o professor Marcel de Moraes Pedroso, doutor em Administração e mestre em Economia, pesquisador em Saúde Pública na Fiocruz e coordenador da plataforma de ciência dos dados, vai abordar “A ciência dos dados e a inteligência artificial (IA) na tomada de decisão gerencial”.

Cerimônia de Insígnias


Ontem (17), a FMP/Fase encerrou a 17ª Semana de Enfermagem com a tradicional Cerimônia de Insígnias, que reuniu professores e familiares dos nossos queridos alunos, e contou com uma apresentação de dança. O ritual representa a passagem dos alunos do 6º período para a prática profissional, que além das insígnias, receberam uma folha de louro que simboliza vitória. O momento foi marcado também por uma linda homenagem à falecida professora Derly Streit.

Míriam Heidemann - Coordenadora do curso de Enfermagem da FMP/Fase.

Homenagem à falecida professora Derly Streit.

Alunos do 6º período.

Cerimônia de entrega das insígnias.

Os alunos receberam também uma folha de louro, que simboliza a vitória.
 
Apresentação do MaPa dance.

Compondo a mesa, da esquerda para a direita: Antônio Arruda, professor do curso de Enfermagem e homenageado; Fernando Furtado , representando os alunos e presidente do Diretório Acadêmico Anita Garibaldi; Felipe Fortuna, presidente do Sehac; Prof. Maria Thereza de Sá Earp, representando a direção da FMP/Fase; Míriam Heidemann, coordenadora do curso de Enfermagem; Renato Duarte, professor do curso de Enfermagem e coordenador da XVII Semana de Enfermagem; Roberto Lima, professor do curso de Enfermagem e homenageado; 
 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Da esperança aos fantasmas nossos de cada dia


Virgínia Ferreira
Psicanalista e professora da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Fase)

O ser humano, via de regra, é influenciado por dois extremos: a esperança e os fantasmas. Ambos fazem de nossas mentes um jogo de tensões. Ora um vai a nocaute, ora é o outro. É uma luta diária. Ao acordar, consciente ou inconscientemente, temos a esperança de que o dia será bom e que terminaremos o mesmo e que, amanhã, será outro. Há três esperanças nessa afirmativa: o dia não será ruim, que não morreremos, pelo menos nesse dia, e que veremos e viveremos um outro. Assim seguimos. Tentando não dar ibope para os fantasmas e tentando dar mais espaço e robustez às nossas esperanças.

Entretanto, diante da aridez e da inexorabilidade da realidade, nossas esperanças perdem a força e desabam diante de nossos fantasmas. Como manter a esperança de vida frente à quantidade e diversidade de mortes no Rio de Janeiro? Como manter a esperança de uma sociedade mais justa, com toda corrupção que assola o Estado brasileiro? Como manter a esperança na construção de uma sociedade melhor, frente ao caos que está a educação no Brasil? Como manter a esperança numa conquista da seleção de futebol na próxima Copa do Mundo, se a seleção brasileira perdeu a última por nada menos do que 7 a 1 para a Alemanha? Como manter a esperança diante de tantos fatos que nos lançam no risco de uma eminente morte física, moral, social, esportiva...?

Certamente, nossa esperança não é como gato, que dizem ter sete vidas. Caso assim fosse, já teríamos enlouquecido. Nossa esperança tem centenas de vidas. Ressurge das cinzas. Talvez esse seja pontualmente o problema. Ter esperança é esperar, e quem espera não age. É exatamente nesse esperar que os fantasmas irrompem e crescem e, quanto mais eles crescem, mais nos atormentam, podendo até nos paralisar. Não devemos ter esperança, devemos agir.

Quanta coisa podemos mudar com nossas ações? Me apresso em responder: inúmeras. Por exemplo, podemos mudar esse estado de caos que está o Brasil em termos de educação, saúde, segurança e política. Para tanto, basta votarmos de forma consciente, não pensando em benefícios individuais e imediatistas, mas sim nos coletivos, e a médio ou longo prazo. Precisamos aprender a agir, quando a mudança da situação está ao nosso alcance e a apenas esperar, quando nada podemos fazer. Quanto mais agirmos em prol de uma causa, menos damos espaço ao fantasma. Onde há ação o imaginário se encolhe e os fantasmas empalidecem. Onde somos impotentes, ou seja, onde não podemos agir, tudo o que nos resta é esperar. E os fantasmas? Eles aparecem.

O que podemos fazer diante do desempenho da seleção brasileira? Nada além de esperar e torcer, apesar do robusto fantasma dos 7 a 1 para o time da Alemanha. Mas esse fantasma em nada muda nossa realidade, nosso cotidiano. Não nos adoece nem nos faz mais saudáveis; não nos deixa mais ricos ou mais pobres; não faz de nós pessoas mais morais ou imorais. Aliás, deveríamos nos perguntar por que o desempenho da seleção é tão importante para a sociedade brasileira, quando atravessamos tantas intempéries e incertezas. Não sei se o que me assombra é a sociedade ver como um grande fantasma os 7 a 1, refletindo a importância que o povo atribui a uma seleção de futebol, ou se é o fantasma de que a seleção de futebol masculina é a possibilidade de alegria e vitória do povo.

Enquanto estivermos no tatame de tudo aquilo que está sob a vontade e mãos alheias, daremos muito mais chances aos fantasmas. Que nossas chances de alegrias e vitórias estejam em nossas mãos, dependendo apenas de nossas ações. Definitivamente, o sucesso ou fracasso da seleção brasileira de futebol não está dentro de nosso alcance. Está sim dentro da vontade e do alcance dos jogadores. Eu me pergunto: o que será que eles querem? Eles eu não sei, mas sei o que devo querer, que é tudo aquilo que está dentro de minhas possibilidades. Vivendo desta forma, nossa mente não será um ringue de batalhas entre a esperança e o fantasma.

Afinal, nossa mente merece lutas mais justas e com maiores chances de que a vitória seja a vicissitude. Conhece-se um homem pelas escolhas que ele faz. Escolher confiar vitórias e alegrias em mãos alheias é confiar nos galhos que pousamos. Escolher situações em que a vitória e a alegria dependem de nós é confiar na força de nossas asas. Você confia no galho ou na força de suas asas?

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Diretório Acadêmico de Enfermagem


 
Parabéns aos alunos da chapa Anita Garibaldi que continuarão à frente do Diretório Acadêmico do curso de Enfermagem!

Fernando Furtado – 5º período

Letícia Costa – 6º período

Sara Fortuna – 6º período

Airton Cunha – 5º período

Jossana Souza – 5º período

Pedro Vidal – 3º período

Maritza Paiva – 2º período

Pedro Albuquerque – 4º período

Yago Freitas – 5º período

Pitadas, Temperos e Aromas


A chef Ana Maria Pedrosa, que tem uma linha de produtos naturais, em parceria com a atriz Isabelle Drummond, vai ministrar o curso de extensão em pitadas, temperos e aromas da FMP/Fase, com foco na Culinária Mediterrânea. A aula está prevista para o dia 26 de maio, das 10h às 14h, no campus da faculdade. As inscrições, que devem ser realizadas até o dia 23/05, e outras informações sobre o curso estão disponíveis no site: http://www.fmpfase.edu.br/curso/2018_Curso/2918PitadasTemperosAromas2018/